Neste espaço pretende-se divulgar actividades culturais/educativas/lúdicas ou simplesmente participar, partilhar opiniões, leituras, viajar...
13 outubro, 2008
Guillaume Depardieu (1971-2008)

O actor francês, filho de Gérard Depardieu, morreu, hoje, com 37 anos duma "pneumonia fulminante".
Il était un acteur à la sensibilité à fleur de peau, longtemps écrasé par la personnalité et la célébrité de son père, le comédien Gérard Depardieu.
Le 6 juin 2003, il avait été amputé de la jambe droite pour mettre fin aux souffrances provoquées par une infection contractée à la suite de 17 opérations subies après un accident de moto en octobre 1995.
Né le 7 avril 1971, Guillaume Depardieu, fils de Gérard et d'Elisabeth Depardieu, également comédienne, connaît une jeunesse rebelle, marquée par la vitesse, la violence, la drogue et l'alcool qui le conduiront en prison.
Sa longue et mince silhouette apparaît en 1990 dans un téléfilm de Cyril Collard, "Taggers".
Un an plus tard, il partage pour la première fois l'affiche avec son père dans "Tous les matins du monde" d'Alain Corneau. Les deux comédiens, qui entretiennent des relations difficiles, se retrouveront dans deux téléfilms de Josée Dayan, "Les misérables" et "Le comte de Monte-Cristo".
Il faudra attendre "Aime ton père" de Jacob Berger, sorti en 2002, pour que s'apaise la confrontation entre Guillaume Depardieu et un père auquel il a longtemps reproché son absence. Les deux acteurs y incarnent un père et un fils dont les relations ressemblent à celles qu'eux-mêmes entretiennent dans la vie et que le jeune homme évoquera en 2004 dans le livre d'entretiens "Tout donner", avec Marc-Olivier Fogiel.
Guillaume Depardieu a tourné près d'une vingtaine de films, parmi lesquels plusieurs longs métrages de Pierre Salvadori ("Cible émouvante", "Les apprentis" qui lui vaut en 1996 le César du meilleur espoir, "Comme elle respire", "Les marchands de sable").
On le retrouve également dans "Pola X" de Léos Carax, "Marthe ou la promesse du jour" (Jean-Loup Hubert), "Alliance cherche doigt" (Jean-Pierre Mocky), "Peau d'ange" (Vincent Perez) et plus récemment, "Le pharmacien de garde" (Jean Veber), "Célibataires" (Jean-Michel Verner) ou "Ne touchez pas la hache" (Jacques Rivette).
En 2008, il est dans deux films présentés au dernier festival de Cannes et qui sont sortis en salle ces dernières semaines. "De la guerre", de Bertrand Bonello, et "Versailles", qui décrit la relation touchante entre un enfant et un jeune marginal, de Pierre Schoeller.
Chevelure blonde en bataille et le corps couturé de cicatrices héritées de son passé agité, Guillaume Depardieu apportait à ce personnage de SDF rebelle toute sa présence, sa rugosité mais aussi sa tendresse.
"Guillaume, c'est un bloc émotionnel pur qui rentre dans le cadre. Il ne fait pas les choses à la légère. Je l'ai vu pleurer en disant: +J'ai raté le plan+. Seulement si les gens ne sont pas capables de lui faire face, il peut sans doute broyer", avait déclaré Bertrand Bonello au journal Le Monde.
Guillaume Depardieu, dont la soeur, Julie, est aussi comédienne, était père d'une fille.
Il avait envisagé de créer en mai 2003 une fondation pour rassembler les témoignages sur les maladies nosocomiales, mais le projet n'avait finalement pas abouti. "C'était un garçon très gentil, hyper attachant et excessif en tout", a témoigné lundi à l'AFP Alain-Michel Ceretti, fondateur du Lien, une association d'aide aux victimes d'infections nosocomiales.
L'acteur, qui avait connu à plusieurs reprises des démêlés avec la justice, avait été condamné fin juin par le tribunal de Versailles à deux mois de prison ferme pour avoir conduit un scooter en état d'ivresse.
En août, il avait été placé quelques heures en garde à vue après avoir eu un accident de scooter alors qu'il était en état d'ébriété.
Guillaume Depardieu préparait un album de chansons, dont la sortie était envisagée pour 2009.
11 outubro, 2008
Herberto Helder - a faca não corta o fogo

O livro reúne uma parte da reescrita da sua obra anterior e alguns inéditos, tem 207 páginas de poesia e uma capa ilustrada por Ilda David, em tons de azul e amarelo.
Frequentou, a partir de 1949 e durante três anos, o curso de Filologia Românica da Faculdade de Letras de Lisboa, mas não o concluiu.
Nos anos seguintes viveu em França, Holanda e Bélgica.
Em 1961 e 1962, edita os livros A Colher na Boca, Poemacto e Lugar.
Em 1968, envolve-se na publicação de um livro sobre o Marquês de Sade, que desencadeia um processo judicial em que foi condenado.
Em 1971, vai para Angola trabalhar numa revista. Como repórter de guerra, sofre um grave acidente e fica hospitalizado três meses.
Regressa a Lisboa e parte novamente, agora para os Estados Unidos, em 1973, ano em que publica Poesia Toda, reunindo a sua produção poética até à data, e faz uma tentativa falhada de publicar Prosa Toda.
A Portugal, voltaria só depois do 25 de Abril, já em 1975, para trabalhar na rádio e em revistas, como meio de sobrevivência, tendo sido editor da revista literária Nova, de que se publicaram apenas dois números.
Depois de publicar, nos anos seguintes, mais algumas obras, entre as quais Cobra (1977), O Corpo, o Luxo, a Obra (1978) e Photomaton & Vox (1979), remete-se ao silêncio.
Pede aos amigos que não falem dele num documentário que António José de Almeida pretende realizar para a RTP2, em 2007.
O documentário, "Meu Deus, faz com que eu seja sempre um poeta obscuro", acabou por ser feito, mas apenas adensou o mistério em torno da figura do poeta, já que 17 das 29 pessoas contactadas pela produção se recusaram a dar o seu testemunho.
Por sua vez, Helder Macedo sublinhou: "Qualquer publicação do Herberto Helder tem a importância que o Herberto Helder tem. Ou seja, uma enorme importância".
isto que às vezes me confere o sagrado,
09 outubro, 2008
Sheila Jordan em Sines

A cantora descobriu o jazz através de Charlie Parker, vindo a casar-se com o seu pianista Duke Jordan. Na década de 1940, integrava um grupo que interpretava melodias de Parker e improvisava.
Segundo o crítico de música José Carlos Monteiro Costa, em 1951 Sheila "mudou-se para Nova Iorque onde ganhou uma maior experiência de bebop e estudou teoria musical do jazz com o pianista Lennie Tristano".
Na década de 1950, cantava no Page Three, em Greenwich Village, "quando George RusseI a ouviu e recomendou à editora discográfica Blue Note", afirmou Monteiro Costa.
Em 1980, formou um quarteto com o pianista Steve Kuhn, Harvie Swartz e Bob Moses. Mais tarde, formou um duo com o contrabaixista Swartz, com o qual visitou Portugal.
Le Clézio - Prémio Nobel da literatura 2008

O Arquipélago da Insónia
07 outubro, 2008
Picasso et les maîtres
Será certamente uma exposição excelente e for do comum. Para além das obras patentes nas galerias do Grand Palais, haverá dois outros conjuntos temáticos Picasso-Delacroix, no museu do Louvre e Picasso-Manet no museu d'Orsay.
Eis algumas das obras expostas. É só um aperitivo! O manjar completo terá de ser em Paris, bien sûr!
Pablo Picasso, Grand nu au fauteuil rouge
Francisco Goya, La maya desnuda
Manet, Olympia

Titien, Venus se divertissant avec l'amour et la musique

Ingres, Odalisque
06 outubro, 2008
05 outubro, 2008
A descoberta da Arquitectura

Eduardo Lourenço, 85 anos

Moderador : Rui Alarcão
2º Painel – DIVULGAR EDUARDO LOURENÇO
Moderador: José Carlos Vasconcelos
3º Painel – CULTURA PORTUGUESA
Moderador: Adriano Moreira
4º Painel – LITERATURA E CRÍTICA LITERÁRIA
Moderador: Almeida Faria
5º Painel – TEORIA POLÍTICA
Moderador: Manuel Alegre
6º Painel – LITERATURA E CRÍTICA LITERÁRIA
Moderadora: Lidia Jorge
7º Painel – FILOSOFIA E ENSAÍSMO
Moderador: Helder Macedo
Sessão de Encerramento:Testemunhos
Moderador: Guilherme d’Oliveira Martins
Ana Costa Lopes
Fernando J.B. Martinho
Gastão Cruz
Helder Macedo
João Bénard da Costa
José Saramago
José Carlos de Vasconcelos
Manuel Alegre
Maria Helena Rocha Pereira
Dinis Machado


Morreu o autor de O Que Diz Molero (Lisboa, 21 de Março de 1930 - Lisboa, 3 de Outubro de 2008)
O escritor e jornalista Dinis Machado morreu ontem aos 78 anos, vítima de cancro do pulmão, lançou apenas seis livros durante a sua vida – alguns originais que deixou vão chegar às livrarias nos próximos meses – mas foi com o título O Que Diz Molero (1977) que conquistou um lugar de destaque na literatura portuguesa.
Mão direita do Diabo (1967),
Também é autor de:
Discurso de Alfredo Marceneiro a Gabriel Garcia Marquez (1984),
04 outubro, 2008
Fases da lua

obra: Varatojo (Leiria)
frase ..."é preciso que compreendas que tenho mais fases que a lua" : Amadeo Souza Cardoso
Poema : Al Berto, O Medo
se um dia a juventude voltasse
na pele das serpentes atravessaria toda a memória
com a língua em teus cabelos dormiria no sossego
da noite transformada em pássaro de lume cortante
como a navalha de vidro que nos sinaliza a vida
sulcaria com as unhas o medo de te perder... eu
veleiro sem madrugadas nem promessas nem riqueza
apenas um vazio sem dimensão nas algibeiras
porque só aquele que nada possui e tudo partilhou
pode devassar a noite doutros corpos inocentes
sem se ferir no esplendor breve do amor
depois... mudaria de nome de casa de cidade de rio
de noite visitaria amigos que pouco dormem e têm gatos
mas aconteça o que tem de acontecer
não estou triste não tenho projectos nem ambições
guardo a fera que segrega a insónia e solta os ventos
espalho a saliva das visões pela demorada noite
onde deambula a melancolia lunar do corpo
mas se a juventude viesse novamente do fundo de mim
com suas raízes de escamas em forma de coração
e me chegasse à boca a sombra do rosto esquecido
pegaria sem hesitações no leme do frágil barco... eu
humilde e cansado piloto
que só de te sonhar morro de aflição.
Silêncio
http://i146.photobucket.com/albums/r263/egertgalvao/silencio.jpgna aldeia pouco há a fazer
(se estivesses aqui!)
03 outubro, 2008
VIII Feira do Livro Manuseado
02 outubro, 2008
29 setembro, 2008
9ª Festa do Cinema Francês

Almada: 8 a 12 de Outubro 2008
Coimbra: 13 a 18 de Outubro 2008
23 setembro, 2008
Peter Zumthor em Lisboa
EDIFICIOS E PROJECTOS 1986-2007
A exposição integrada no WARM-UP EXPERIMENTADESIGN LISBOA 2009, vai estar patente na LX FACTORY, de 7 de Setembro a 2 deNovembro
Photo: Miro Kuzmanovic/miromedia.net imagesWeltliteratur. Madrid, Paris, Berlim, São Petersburgo, o Mundo!
Inaugura dia 30 de Setembro às 22h00
De 01/10/2008 a 04/01/2009
Das 10h00 às 18h00
De Terça a Domingo
Galeria de Exposições Temporárias da Fundação Calouste Gulbenkian
20 setembro, 2008
Paris - Julien Green

Julien Green (6 de Setembro de 1900, Paris, França - 13 de Agosto de 1998, Paris, França), de nome Julian Hartridge Green, escritor norte-americano de expressão francesa.
Toda a obra de Green, que foi profundamente marcada tanto pela sua homossexualidade como pela sua fé católica, é dominada pela questão da fé, do bem e do mal, e da sexualidade.
Em paralelo com um grande número de romances, publica também um diário em 17 volumes entre 1926 e 1997, a que se juntou Le Grand Large du soir publicado postumamente em 2006.
Foi eleito para a Academia Francesa em 3 de Junho de 1971, cadeira 22. A sua recepção oficial teve lugar a 16 de Novembro de 1972. Declarou-se demissionário da Academia em 1996.
A sua obra tem sido recompensada com múltiplos prémios:
O Prémio Prince Pierre de Monaco, em 1951.
O Grande Prémio National (Grand Prix national des Lettres), en 1966.
O Grande Prémio de Literatura da Academia Francesa (Grand Prix de Littérature de l'Académie française), em 1970.
O Grande Prémio de Literatura da Polónia, em 1988.
O Prémio Cavour, grande prémio de literatura italiano, em 1991.
Obras do autor:
Pamphlet contre les catholiques de France (1924)
Mount Cinère (1926)
Suite anglaise (1927)
Le voyageur sur la terre (1927)
Adrienne Mesurat (1927)
Un puritain homme de lettres (1928)
Léviathan (The Dark Journey (1929)
L'autre sommeil (1930)
Épaves (The Strange River, 1932)
Le visionnaire (The Dreamer, 1934)
Minuit (Midnight, 1936)
Journals I, II, III (1938-46)
Varouna (Then Shall the Dust Return, 1940)
Memories of Happy Days (1942)
Si j'étais vous... (If I Were You, 1947)
Moïra (1950)
Sud (1953)
L'ennemi (1954)
Le malfaiteur (The Transgressor, 1956)
L'ombre (1956)
Le bel aujourd'hui (1958)
Chaque homme dans sa nuit (1960)
Partir avant le jour (To Leave Before Dawn/The Green Paradise,1963)
Mille chemins ouverts (The War at Sixteen, 1964)
Terre lointaine (Love in America, 1966)
Les années faciles (1970)
L'autre (The Other One, 1971)
Qui sommes-nous (1972)
Ce qui reste du jour (1972)
Jeunesse (1974)
La liberté (1974)
Memories of Evil Days (1976)
La Nuit des fantômes (1976)
Le Mauvais lieu (1977)
Ce qu'il faut d'amour à l'homme (1978)
Dans la gueule du temps (1979)
Les Pays lointains (The Distant Lands, 1987)
Les Étoiles du sud (The Stars of the South, 1989)
Paris (1991)
Jeff Koons - Versailles



Fotografia da Natureza - Leiria



18 setembro, 2008
Bienvenue chez les Ch'Tis

O filme mais visto em França, mais de 20 milhões de espectadores, estreia hoje em Portugal.
Realizador: Dany Boon
Actores: Kad Merad, Dany Boon, Zoé Félix, Lorenzo Ausilia-Foret, Anne Marivin, Philippe Duquesne, Guy Lecluyse, Line Renaud e Alexandre Carrière
Género: Comédia
Produtora: Pathé
16 setembro, 2008
O Blogue da Fundação José Saramago
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A partir de agora, o Nobel da Literatura português vai "comportar-se como mais um dos blogueiros que povoam o ciberespaço", informa uma nota da Fundação.
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15 setembro, 2008
Binoche / Khan / Kapoor


Desenhos de Escritores - Museu Berardo

01/09 — 02/11 · 2008
Entrada livre
"Para alguns escritores, a escrita ultrapassou grandemente as meras letras para melhor explorar o território da representação: estes escritores colaram, rabiscaram, desenharam, pintaram. Esta é a perspectiva desta exposição organizada pelo IMEC - Institut mémoires de l’édition contemporaine e comissariada por Jean-Jacques Lebel. Este ponto de vista atípico é enriquecido na apresentação em Lisboa pela presença de dois artistas portugueses que ilustraram de modo admirável este desejo de não respeitar a fronteira incerta entre o escrito e o desenhado, José
de Almada Negreiros e Ana Hatherly."
06 setembro, 2008
Ana Lúcia Palminha protagoniza "Cabaret"

Sally, a protagonista, foi encontrada através de um “casting” , após um apertado processo de selecção, a actriz escolhida foi a sineense Ana Lúcia Palminha. (Ler entrevista dada ao jornal Sineense)
Libreto de Joe Masteroff
Direcção Musical Ruben Alves
Assistente de Encenação Ana Guimarães
Classificação etária M/12
04 setembro, 2008
Prémio PT - Literatura
Lista das obras finalistas de 2008:
-20 poemas para o seu walkman, Marília Garcia (Brasil)
-Antonio, Beatriz Bracher (Brasil)
-Eu hei-de amar uma pedra – António Lobo Antunes ( Portugal)
-Histórias da literatura e cegueira, Julián Fuks ( Brasil)
-Laranja seleta, Nicolas Behr (Brasil)
-O amor não tem bons sentimentos, Raimundo Carreiro (Brasil)
-O filho eterno, Cristovão Tezza (Brasil)
-O sol se põe em São Paulo, Bernardo Carvalho (Brasil)
-Os da minha rua, Ondjaki ( Angola)
-Tarde, Paulo Henriques Britto (Brasil)
25 agosto, 2008
L'incendie du Chiado de François Vallejo

- Pirouettes dans les ténèbres (2000)
- Madame Angeloso (2001): Prémio France-Télévisions (romance) em 2001; foi ainda seleccionado para o prèmio Goncourt 2001, bem como para os prémios Femina e Renaudot
- Groom (2003): Prémio Culture & Bibliothèque e Prémio Libraires, ambos em 2004
- Le voyage des grands hommes (2005)
- Ouest (2006): Prémio Livre Inter (2007)
De la fenêtre de son hôtel, François Vallejo est l’un des premiers à entendre le grondement des flammes, à voir le ciel se métamorphoser, à sentir les couleurs de l’incendie, le rouge, le jaune… grimper à toute allure les étages des magasins.
Cette image s’est imprimée dans son regard et il restitue, vingt ans plus tard, des sensations, des émotions par le biais de cinq personnes qui refusent d’évacuer les lieux, pour s’enfoncer dans les décombres et les cendres...
« Il s’arrête et respire un grand coup. Les autres en profitent pour sortir de leur engourdissement. Il faut se détacher de lui. C’est plus facile, sans sa voix. Ils voudraient ne plus l’avoir devant eux ; chercher d’autres regards humains, partager les mêmes pensées, pour se rassurer, se dire qu’ils ne sont pas comme ça, eux.
Pas acceptable, avoir mangé, bu, parlé avec lui, l’avoir écouté surtout. Ils ne pouvaient pas imaginer. Ils se sont fait avoir. Ils ont été embarqués malgré eux. Ils n’avaient aucune raison de rester dans cette ville en feu. Pourquoi n’ont-ils pas fait comme tout le monde ?
Il n’est pas un homme comme eux, pas un homme du tout. Il va nous contaminer, il l’a dit. C’est déjà fait, peut-être
Balthus (1908-2001)

A exposição ficará patente até ao dia 23 de Novembro, Martigny, Suiça

Nu com gato (1948-50)

A saia branca (1937)
Auto retrato (O Rei dos Gatos)
Museu efémero do graffiti



