(c) Federação Portuguesa de Futebol (FPF)
Portugal ardeu em campo,
jogadores a rasgar o tempo
com o país nas veias.
Força.
Entrega.
No banco, o medo sentou-se,
um treinador preso a um nome,
incapaz de tocar no intocável.
Submissão silenciosa.
Um gesto que travou o jogo.
E o “melhor” tornou-se peso de passado,
num presente que clamava mudança.
Quem não ousa, não lidera,
num país que joga com o coração inflamado.
No horizonte, ergue-se um amanhã
emergente
promitente.
Um gesto que travou o jogo.
E o “melhor” tornou-se peso de passado,
num presente que clamava mudança.
Quem não ousa, não lidera,
num país que joga com o coração inflamado.
No horizonte, ergue-se um amanhã
emergente
promitente.

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