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17 fevereiro, 2019

Al Berto ilustrado por 26 artistas

Foi inaugurada em Roma uma exposição de gravuras de 26 artistas portugueses.

O desafio proposto por Federico Bertolazzi, professor de literatura portuguesa na Universidade de Roma Tor Vergata e tradutor para italiano, junto com Claudio Trognoni, do livro Horto de Incêndio para a editora Passigli em 2018, era de interpretar livremente poemas do último livro publicado em vida por Al Berto, Horto de Incêndio.


No texto de apresentação da exposição escreveu que esta “é uma homenagem livre e apaixonada a um poeta que marcou com força a cena literária e artística do seu país”. Um poeta que “conseguiu dar corpo a uma inquietação partilhada por muitos, e as suas palavras encarnaram uma espécie de grito colectivo que, partido das entranhas do ser, ousou erguer-se contra a morte”.

Em Novembro, esta exposição ficará patente no Museu do Chiado. 


Foto do facebook do MArt



Ler mais em 

25 novembro, 2018

Eça de Queirós e Os Maias na FCG





Escritor português, José Maria Eça de Queirós nasceu a 25 de Novembro de 1845, na Póvoa de Varzim e morreu a 16 de Agosto de 1900, em Paris. 

É considerado um dos maiores romancistas realista da literatura portuguesa. Foi jornalista e diplomata. É no estrangeiro que escreve a maioria das suas obras. Em 1888, publica Os Maias. 


Os Maias, de Eça de Queirós - Grandes Livros




A Fundação Calouste Gulbenkian monta uma exposição para "que se possa ver tudo o que Eça trazia no saco". Comemora-se os 130 anos da publicação de Os Maias. Esta mostra incide nesta obra, mas haverá também referência às restantes obras bem como a muitos objectos do seu espólio da Casa de Tormes.

A exposição encontra-se patente de 30 de novembro a 18 de fevereiro 2019.






09 fevereiro, 2017

Exposição: José de Almada Negreiros: uma maneira de ser moderno


Fundação Calouste Gulbenkian
Até 5 de junho 2017
Quarta a segunda, 10:00 - 18:00

«Isto de ser moderno é como ser elegante: não é uma maneira de vestir mas sim uma maneira de ser. Ser moderno não é fazer a caligrafia moderna, é ser o legítimo descobridor da novidade.» (José de Almada Negreiros, 1927)








13 janeiro, 2016

Al Berto - O nosso poeta por Madalena Patrício Palminha


Estas três pinturas de Al Berto estão expostas no o Centro de Artes de Sines onde  está patente uma exposição de pintura de vários artistas, entra as quais Madalena Patrício Palminha.







09 novembro, 2014

Exposição "A História Partilhada. Tesouros dos Palácios Reais de Espanha"






De 22 out 2014 a 25 jan 2015 | Das 10:00 às 18:00 | 
Museu Calouste Gulbenkian



Constituída por 141 obras de arte que pertenceram à Casa Real de Espanha, esta mostra dá a ver as diferentes formas de transmissão da imagem da Monarquia, quer como instrumento ideológico do poder quer como reflexo dos gostos, vivências e ocupações da família real. Desde os tempos de Isabel, a Católica (1451-1504, r. 1474-1504), até Isabel de Bragança (1797-1818), nascida infanta portuguesa, casa com o rei Fernando VII e é a  fundadora do Museu Nacional do Prado.
A exposição remete para a história de Espanha, privilegiando as relações entre as monarquias ibéricas. Iniciativa do Patrimonio Nacional de Espanha, instituição herdeira dos bens móveis e imóveis que pertenceram à Coroa e responsável pela sua salvaguarda e divulgação.




13 agosto, 2014

Exposição de Maria Keil no CAS e no CCEN


 Exposição “de propósito – Maria Keil, obra artística”
11 JULHO – 26 OUTUBRO

 Centro de Artes de Sines e Centro Cultural Emmerico Nunes 


"Esta mostra procura dar conta do percurso multifacetado da artista, que trilhou os caminhos da ilustração, do azulejo, do design gráfico, da pintura, do desenho, do mobiliário, da tapeçaria, da cenografia e dos figurinos". 











27 junho, 2014

Rembrandt e Paula Rego em diálogo no Museu Gulbenkian


Meeting Point
 



"Figura de Velho" de Rembrandt (1645)

"O Tempo, Passado e Presente" de Paula Rego (1990)


Primeiro momento de uma iniciativa no espaço do Museu que pretende colocar em diálogo as coleções do Museu Gulbenkian e do Centro de Arte Moderna.


Unidas pela abordagem do tempo, as obras em exposição permitem refletir sobre o modo como, em todas as épocas, os artistas trabalham de diferentes modos os mesmos temas, intemporais, através dos quais interrogam as perplexidades perante a vida e a mort


De 27 jun a 21 set 2014 
Museu Calouste Gulbenkian - Galeria de exposições temporárias


in Fundação Calouste Gulbenkian





30 dezembro, 2013

A Paisagem Nórdica do Museu do Prado no MNAA


Museu Nacional de Arte Antiga 

03-12-2013 a 30-03-2014. 



Obras-primas do Museu do Prado em Lisboa. São 57 as pinturas pertencentes ao museu madrileno, de grandes mestres da paisagem do século XVII que podem ser vistas no MNAA.


A mostra resulta de um acordo formalizado pelos directores das duas instituições: António Filipe Pimentel, do Museu Nacional de Arte Antiga, e Miguel Zugaza, do Museu do Prado. Este acordo inédito e de renovação automática determina uma série de iniciativas entre os dois museus, incluindo a divulgação e estudo dos respectivos acervos.

“Rubens, Brueghel, Lorrain - A Paisagem Nórdica do Museu do Prado” é a primeira iniciativa. Comissariada por Teresa Posada Kubissa, conservadora do Museu do Prado na área de pintura flamenga e Escolas do Norte (até 1700), a exposição viajou por algumas cidades espanholas antes de chegar à capital portuguesa.



02 dezembro, 2013

Exposição Lisboa em Pessoa



Local da Exposição: Aeroporto de Lisboa (chegadas – Praça Cilindro)
Duração: de 25 de Novembro de 2013 a 31 de Janeiro de 2014

Organização: Casa Fernando Pessoa
Curadoria: Inês Pedrosa


"Fernando Pessoa (1888-1935), considerado o maior poeta português do século XX e um dos mais destacados criadores da literatura mundial, viveu dentro do planeta das palavras de uma forma vertiginosa, desdobrando-se em personagens tão reais como ele próprio – os heterónimos. 
Ao universo composto pelo poeta da natureza Alberto Caeiro, pelo neoclassicista Ricardo Reis e pelo decadente, futurista e modernista Álvaro de Campos, Pessoa acrescentou ainda muitas outras figuras, entre as quais um detective, um frade, um filósofo, vários tradutores, diaristas, um fidalgo que se suicida, uma mulher corcunda que está a morrer de tuberculose e um astrólogo (Rafael Baldaya que, além de conceber cartas astrológicas de amigos, clientes e personalidades da História universal, desenhou os mapas astrológicos do próprio Pessoa e dos seus três principais heterónimos, tendo-se também dedicado ao estudo do ocultismo).
A Bernardo Soares, um fictício ajudante de guarda-livros classificado como semi-heterónimo por ter uma personalidade semelhante à do autor, foi atribuído o Livro do Desassossego. Esta obra em prosa tornou mundialmente conhecido Fernando Pessoa, a partir da sua edição, em 1982. 
Pessoa caracterizou o seu projecto literário como “um drama em gente, em vez de em actos”, e cultivou a arte do fingimento: “Eu simplesmente sinto com a imaginação”.
Lisboa foi mais do que o cenário da prodigiosa arquitectura literária de Pessoa – foi a sua casa (feita de muitas moradas), o seu porto de abrigo e desabrigo, a sua segurança funcionária e o seu desvario, território de encontros e oceano de solidão. Como escreveu Teresa Rita Lopes, no prefácio ao guia de Lisboa que o próprio Poeta escreveu (“Lisboa: o que o turista deve ver”, edição Livros Horizonte): “Para Pessoa, Lisboa foi mais do que uma cidade, foi a pátria, condensadamente. E desde que nela lançou âncora, em 1905, nunca mais daí saíu”. 
Comemorando os 125 anos de nascimento deste escritor universal, a Casa Fernando Pessoa – a morada de Pessoa nos seus últimos 15 anos de vida, de 1920 a 1935 – recupera as suas ruas e trajectos, as suas deambulações e os seus lugares em Lisboa, a sua cidade e, por isso mesmo, cidade-símbolo da sua extraordinária aventura literária."

Inês Pedrosa, Directora da Casa Fernando Pessoa


Mais informação e fotos em: http://www.lisboaempessoa.com/galeria.html

23 novembro, 2013

Brassaï à Paris



Exposition gratuite | 8 novembre 2013 - 8 mars 2014
Tous les jours de 10h à 19h sauf  dimanges et jours fériés



La Ville de Paris poursuit son exploration de la capitale à travers le regard de ses plus grands photographes en présentantl’oeuvre intense et lumineuse de Brassaï. 


L’exposition "Brassai, Pour l’amour de Paris" relate l'histoire exceptionnelle d'une passion, celle qui a uni pendant plus de cinquante ans Brassaï l'écrivain, le photographe, le cinéaste, aux coins et recoins de la capitale mais aussi à tous ceux, intellectuels, artistes, grandes familles, prostituées et vauriens, bref à tous ceux et celles qui font la légende de Paris. Toute sa vie en effet, Paris demeure au cœur de sa réflexion, le fil rouge de son travail.



Brassaï



Né en 1899 à Brasso en Transylvanie, Gyulus Halasz qui prendra le nom de Brassaï lorsqu'il commencera à photographier en 1929, vient tout juste de fêter ses quatre ans lorsque son père professeur de littérature l’embarque avec lui à Paris où il est invité à passer une année sabbatique. Cette période d'enchantement miraculeuse reste à jamais gravée dans la mémoire du jeune homme.

Cette fascination pour Paris amène Brassaï à rejoindre la capitale française en 1924 après ses études d'art à Berlin. Il va rapidement rencontrer Desnos, Prévert qui l’intègrent dans le milieu brillant des artistes et intellectuels qui font la renommée des Années Folles à Montparnasse et l'introduisent dans la nébuleuse surréaliste. 


in Que faire à Paris?



13 novembro, 2013

Exposição "Miss Dior" no Grand Palais



"Miss Dior", o primeiro perfume criado por Christian Dior em 1947, é tanto um símbolo quanto um mito. 

A exposição "Miss Dior", comissariada por Hervé Mikaeloff,  inaugura hoje, no Grand Palais, em Paris,  e apresenta pela primeira vez os trabalhos de 15 mulheres artistas femininas de diferentes nacionalidades convidadas a criar obras inspiradas no universo Miss Dior. A exposição conta ainda com fotografias raras e peças de coleção, que acompanham  as obras de arte. 


Joana Vasconcelos foi uma das convidadas a participar nesta exposição, juntamente com, entre outras, a francesa Carole Benzaken, a coreana Lee Bul,  a brasileira Maria Nepomuceno, a britânica Hanna Starkey, a americana Polly Apfelbaum, a japonesa Tomoko Shioyasu  e a iraniana Shirin Neshat.

A jóia que Joana Vasconcelos criou é um enorme laço dourado com 280x305x105cm, feito com frascos de perfume “J’Adore” iluminados, resina de poliéster, fibra de vidro, LED RGB, microcontrolador, fonte de alimentação e metal e intitula-se «J’Adore Miss Dior». 

Cada obra será exposta ao lado de uma criação icónica da casa Dior, como o vestido "Concerto", de 1957, que acompanhará o laço de Joana Vasconcelos.


Joana Vasconcelos cria laço gigante a convite da Dior




06 novembro, 2013

Casa da Liberdade - Mário Cesariny






A CASA DA LIBERDADE - MÁRIO CESARINY é um espaço artístico, polivalente, com características museológicas, que presta homenagem ao poeta e pintor surrealista Mário Cesariny de Vasconcelos. 

Localiza-se no centro histórico da cidade de Lisboa, em Alfama e em articulação com a Perve Galeria, que lhe é contígua, acolhe um espólio artístico e documental legado pelo artista que lhe dá nome e uma coleção que começou a ser reunida nos anos 90, constituída por diferentes núcleos temáticos, dedicados a áreas artísticas distintas.

 É de um espaço multifacetado que tem por base o conceito aglutinador de liberdade de Mário Cesariny e mais do que obras que se inscrevam no que se pode definir por Surrealismo ‘ortodoxo’, nesse espaço, são apresentadas obras cujo horizonte é delineado pela liberdade, seja ela formal, narrativa, epistemológica, ideológica, conceptual, política, ou religiosa.

Ver iniciativas: aqui


BN CL 1

26 setembro, 2013

Exposição arquitectura de urbanismo na Av. Duque D'Ávila

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AVENIDA DUQUE D'ÁVILA

ARQUITECTURA URBANISMO 2000-2012
ARCHITECTURE URBANISME 2000-2012

25 setembro -  20 outubro 2013/ 25 septembre - 20 octobre 2013
40 expositores, em formato MUPI, mostram mapas, plantas, fotos e perspectivas de arquitectos. São 100 projectos que ilustram as novas respostas à construção e desenvolvimento das metrópoles.

40 présentoirs en, format Mupi, montrent des cartes, des plans, des photos et des perspectives d’architectes. Ce sont 100 projets qui illustrent les nouvelles réponses à la construction et au développement des métropoles. 

Exposição integrada no tratado de amizade Paris- Lisboa.

16 setembro, 2013

3ª Trienal de Arquitectura de Lisboa




A terceira Trienal de Arquitectura de Lisboa, Close, Closer já abriu ao público. Há várias   atividades integradas na cidade de Lisboa: exposições,  workshops, jantares, parlamentos, projecções , teatros, concursos e conversas públicas, entre muitas outras.
 
Consultar o programa em  www.close-closer.com



01 setembro, 2013

Evasões... Lisboa

 Centro de Arte Moderna (CAM) - Gulbenkian - 30.agosto.2013


Estádio do Benfica - 1.setembro.2013

20 julho, 2013

Sob o signo de Amadeo. Um século de arte

Sob o signo de Amadeo. Um século de arte - exposição comemorativa 30º aniversário CAM


 26 julho 2013 a 19 janeiro 2014
14.00 às 18.00
Centro de Arte Moderna


No ano em que comemora o trigésimo aniversário da sua abertura ao público, o CAM apresenta o melhor da sua coleção, numa grande mostra com obras de 1910 até aos dias de hoje. Com o título SOB O SIGNO DE AMADEO UM SÉCULO DE ARTE, vai ocupar todas as salas do Centro de Arte Moderna, reunindo uma vasta e criteriosa escolha daquela que é considerada a mais significativa coleção de arte portuguesa do século XX. Pela primeira vez será apresentado o acervo completo de Amadeo de Souza-Cardoso, o grande pioneiro do modernismo em Portugal, e uma das grandes referências da Arte do século XX

26 junho, 2013

Exposição Entre Memória e Arquivo

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Esta exposição aborda as relações entre o arquivo e a fotografia nas práticas artísticas contemporâneas. Por um lado, o arquivo enquanto estrutura de registo, organização e classificação da memória determina o que é suscetível de ser preservado ou não; por outro, a fotografia está implicada no registo de aspetos específicos do real, que são resgatados ao esquecimento. A consideração de uma sobreposição destes aspetos define o âmbito de Entre Memória e Arquivo, que reúne trabalhos de diversos artistas, tempos e espaços geográficos e tem curadoria de Ruth Rosengarten. Nas suas palavras, «o arquivo – enquanto metodologia ou enquanto medium – tem sido uma figura central na produção artística dos últimos cinquenta anos, apesar das suas raízes se encontrarem nas vanguardas do início do século XX».
 
Pedro Lapa
Diretor Artístico

06 abril, 2013

Clarice Lispector na Gulbenkian

















 
 
 
 
 
 
 
 


A Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, apresenta   uma exposição sobre a escritora brasileira Clarice Lispector (1920-1977), “A hora da Estrela”.  
 
A curadora Júlia Peregrino, que coordena a exposição com o escritor Ferreira Gullar, afirmou aos jornalistas que a mostra “está organizada em torno da obra de Clarice e não é biográfica, procurando despertar a curiosidade sobre a sua escrita”.
 
A exposição dividida em seis núcleos que vai estar patente até ao dia 23 de junho de 2013,  realiza-se no âmbito do Ano do Brasil em Portugal.
 
Paralelamente à exposição, a Fundação promove várias actividades aos sábados, como uma tertúlia com escritores portugueses, entre os quais Lídia Jorge e Gonçalo M. Tavares, e visitas “perfomativas” com Mónica Calle, André Teodósio e Ana Brandão.
 
Nascida na Ucrânia, batizada Haia Pinkhasovna Lispector, a escritora tomou o nome de Clarice por decisão do pai, quando a família chegou ao Brasil. “Perto do coração selvagem”, foi o primeiro dos 26 livros que publicou, actualmente traduzidos em mais de 20 línguas.

26 março, 2013

"Joana Vasconcelos" no Palácio Nacional da Ajuda

 
 
Palácio Nacional da Ajuda
 
23 de março a 25 de agosto de 2013
 
A exposição comissariada por Miguel Amado inclui 38 obras criadas na última década entre as quais "Marylin", "A Noiva", "Coração Independente Vermelho", "Petit Gâteau",  "Lilicoptère", "Perruque" , a par das várias  peças cobertas de "crochet", inspiradas no bestiário de Bordalo Pinheiro.