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04 setembro, 2025

À descoberta da cidade antiga de Plovdiv | Bulgária

Foram dois dias para descobrir Plovdiv (20 e 21 de Agosto). Explorámos sobretudo as ruinas e os templos religiosos, na sua maioria ortodoxos, da cidade antiga. 


  


                        












02 setembro, 2025

Deambulando por Sófia | Bulgária

Em  Agosto de 2025 (de 14 a 21), voámos até à Bulgária. Descobrimos a simpatia dos seus habitantes e calcorreámos avenidas, ruas, ruelas parques e jardins. Descobrimos edifícios qualificados, visitámos igrejas, catedrais, monumentos, museus, ruinas... Degustámos iguarias locais. Foi uma agradável surpresa.

Fica um breve registo fotográfico



 




 











                






16 abril, 2019

Notre-Dame de Paris




Il était monté tout en haut de Notre-Dame,
Se tenant, essoufflé, près du lourd carillon.
L’infirme caressait le fabuleux bourdon
Et la vue de Paris émerveillait son âme…

Sous ses pieds s’étendaient la Seine et ses bateaux,
L’île de la Cité, ses places, ses venelles,
Les flèches et les tours, tranquilles sentinelles...
Plus loin, c'était Montmartre et ses charmants coteaux.

Quasimodo pencha la tête et regarda :
Sur le parvis dansait la belle Esmeralda,
Créoles, caraco doré, châle vermeil.

Et le bossu, parmi les gargouilles sévères,
Les griffons, les serpents, les guivres, les chimères,
Rêvait d’un peu d’amour et d’un rai de soleil…

Jean-Paul Labaisse 2009
d'après le roman de Victor Hugo

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Notre-Dame est bien vieille : on la verra peut-être
Enterrer cependant Paris qu'elle a vu naître ;
Mais, dans quelque mille ans, le Temps fera broncher
Comme un loup fait un bœuf, cette carcasse lourde,
Tordra ses nerfs de fer, et puis d'une dent sourde
Rongera tristement ses vieux os de rocher !

Bien des hommes, de tous les pays de la terre
Viendront, pour contempler cette ruine austère,
Rêveurs, et relisant le livre de Victor :
- Alors ils croiront voir la vieille basilique,
Toute ainsi qu'elle était, puissante et magnifique,
Se lever devant eux comme l'ombre d'un mort !


Gérard de Nerval

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Tous les yeux s’étaient levés vers le haut de l’église. Ce qu’ils voyaient était extraordinaire. Sur le sommet de la galerie la plus élevée, plus haut que la rosace centrale, il y avait une grande flamme qui montait entre les deux clochers avec des tourbillons d’étincelles, une grande flamme désordonnée et furieuse dont le vent emportait par moments un lambeau dans la fumée. Au-dessous de cette flamme, au-dessous de la sombre balustrade à trèfles de braise, deux gouttières en gueules de monstres vomissaient sans relâche cette pluie ardente qui détachait son ruissellement argenté sur les ténèbres de la façade inférieure. À mesure qu’ils approchaient du sol, les deux jets de plomb liquide s’élargissaient en gerbes, comme l’eau qui jaillit des mille trous de l’arrosoir. Au-dessus de la flamme, les énormes tours, de chacune desquelles on voyait deux faces crues et tranchées, l’une toute noire, l’autre toute rouge, semblaient plus grandes encore de toute l’immensité de l’ombre qu’elles projetaient jusque dans le ciel. Leurs innombrables sculptures de diables et de dragons prenaient un aspect lugubre. La clarté inquiète de la flamme les faisait remuer à l’œil. Il y avait des guivres qui avaient l’air de rire, des gargouilles qu’on croyait entendre japper, des salamandres qui soufflaient dans le feu, des tarasques qui éternuaient dans la fumée. Et parmi ces monstres ainsi réveillés de leur sommeil de pierre par cette flamme, par ce bruit, il y en avait un qui marchait et qu’on voyait de temps en temps passer sur le front ardent du bûcher comme une chauve-souris devant une chandelle.


Sans doute ce phare étrange allait éveiller au loin le bûcheron des collines de Bicêtre, épouvanté de voir chanceler sur ses bruyères l’ombre gigantesque des tours de Notre-Dame.


Extrait du livre : « Notre-Dame de Paris » de Victor Hugo

29 janeiro, 2012

Il y a 125 ans, La Tour Eiffel

                                                        peinture de Raoul Dufy

18 abril, 2009

Palácio Nacional de Mafra

Fachada Principal

Varanda na fachada principal ("A Pedra" do Memorial do Convento)

O Palácio Nacional de Mafra é um monumento de estilo barroco localizado em Mafra, a cerca de 25 quilómetros de Lisboa.
Foi iniciado em 1717 no reinado de D. João V, em consequência de uma promessa que o jovem rei fizera, aos Franciscanos, se a rainha D. Maria Ana de Áustria lhe desse descendência.
Classificado como Monumento Nacional em 1910, foi considerado uma das Sete Maravilhas de Portugal a 7 de Julho de 2007.

2 dos seis órgãos da basílica

O trabalho começou a 17 de Novembro de 1717 com um modesto projecto para abrigar 13 frades franciscanos, mas o ouro do Brasil começou a entrar nos cofres portugueses; D. João e o seu arquitecto, Johann Friedrich Ludwig (Ludovice) niciaram planos mais ambiciosos. Não se pouparam a despesas. A construção empregou 52 mil trabalhadores e o projecto final acabou por abrigar 330 frades, um palácio real, umas das mais belas bibliotecas da Europa, decorada com mármores preciosos, madeiras exóticas e incontáveis obras de arte. A magnifica basílica foi consagrada no 41.º aniversário do rei, em 22 de Outubro de 1730, com festividades de oito dias.
O palácio era popular para os membros da família real, que gostavam de caçar na tapada. Hoje em dia decorre aqui um projecto para a preservação dos lobos ibéricos. As melhores mobílias e obras de arte foram levadas para o Brasil, para onde partiu a família real aquando das invasões francesas, em 1807. O mosteiro foi abandonado em 1834, após a dissolução das ordens religiosas. Durante os últimos reinados da Dinastia de Bragança, o Palácio foi utilizado como residência de caça e dele saiu também em 5 de Outubro de 1910 o último rei D. Manuel II para a praia da Ericeira, onde o seu iate real o conduziu para o exílio.
No palácio pode-se visitar a farmácia, com belos potes para medicamentos e alguns instrumentos cirúrgicos; o hospital, com dezasseis cubículos privados de onde os pacientes podiam ver e ouvir missa na capela adjacente, sem saírem das suas camas. No andar de cima, as salas do palácio estendem-se a todo o comprimento da fachada ocidental, com os aposentos do rei numa extremidade e os da rainha na outra, a 232 m de distância. Ao centro, a imponente fachada é valorizada pelas torres da basílica coberta com uma cúpula. O interior é forrado a mármore e equipado com seis órgãos do princípio do século XIX, com um repertório exclusivo que não pode ser tocado em mais nenhum local do mundo. O átrio da basílica é decorado por belas esculturas da Escola de Mafra, criada por D. José I em 1754, foram muitos os artistas portugueses e estrangeiros que aí estudaram sob a orientação do escultor italiano Alessandro Giusti. A sala de caça exibe troféus de caça e cabeças de javalis.
O Palácio possui ainda dois carrilhões, mandados fabricar em Antuérpia por D. João V, com um total de 92 sinos que pesam mais de 200 toneladas e são considerados os maiores e melhores do mundo.

Biblioteca do Convento de Mafra


O maior tesouro de Mafra é a sua biblioteca, com chão em mármore, estantes em estilo rococó e uma coleção de mais de 40.000 livros com encadernações em couro gravadas a ouro, incluindo uma segunda edição de Os Lusíadas de Luís de Camões. Situada ao fundo do segundo piso é a estrela do palácio, rivalizando em grandiosidade com a Biblioteca da Abadia de Melk, na Áustria. Construida por Manuel Caetano de Sousa, tem 88 m de comprimento, 9.5 de largura e 13 de altura. O magnífico pavimento é revestido de mármore rosa, cinzento e branco. As estantes de madeira estilo rococó, situadas em duas filas laterais, separadas por um varandim contêm milhares de volumes encadernados em couro, testemunhando a extensão do conhecimento ocidental dos séculos XIV ao XIX. Entre eles muitas jóias bibliográficas, como incunábulos. Estes volumes magníficos foram encadernados na oficina local, também por Manuel Caetano de Sousa.
Actualmente, o único residente do Palácio é um antigo tipógrafo, de nome Gil Mangens. Descendente de uma família de origem francesa, que chegou a Lisboa no século XVIII por altura da construção do Palácio, na pessoa de um gravador de nome Mangens, devotou, à imagem de seu pai e avô
, toda a sua vida ao monumento que o acolhe.

01 abril, 2009

Torre Eiffel - 120 anos

Foto de PACR

A Torre Eiffel, símbolo parisiense, comemora esta terça-feira 120 anos. O monumento foi inaugurado a dia 31 de Março de 1889, para a Exposição Universal de 1889.

Inicialmente tendo como nome Torre de 300 metros, apesar de, na época, ter 312 metros, a estrutura de ferro forjado, concebida pelo engenheiro francês Gustave Eiffel, é um dos monumentos mais visitados do mundo.

24 novembro, 2008

Museu de Sines, Casa Vasco da Gama


Hoje, 24 de Novembro,dia do município, é inaugurado o núcleo sede do Museu de Sines e a Casa de Vasco da Gama, instalados nos edifícios interiores do Castelo, acabados de restaurar.


O horário da inauguração é o seguinte:
11h00 – Inauguração, com a presença de S. Exa. o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva

Até às 15h00 – Animação musical

Até às 18h00 – Visitas

20 setembro, 2008

Jeff Koons - Versailles


A exposição de Jeff Koons está patente no Palácio de Versailles, em Paris, desde o dia 10 de Setembro até 14 de Dezembro.

É a primeira exposição de um artista vivo neste palácio maravilhoso, símbolo barroco da monarquia francesa.

Jeff Konns, nasceu em 1955, em York na Pensilvânia. A sua criação engloba várias técnicas artísticas: instalação, fotografia, pintura, escultura (madeira, mármore, vidro, inox) e vai até à criação assistida por computador. A sua principal preocupação é de "tratar as coisas com as quais todas as pessoas possam criar um laço".


Kitsch vs Barroco