Neste espaço pretende-se divulgar actividades culturais/educativas/lúdicas ou simplesmente participar, partilhar opiniões, leituras, viajar...
29 fevereiro, 2012
"Florbela", de Vicente Alves do Ó
Trailer de "Florbela", de Vicente Alves do Ó
Dalila Carmo, Ivo Canelas e Albano Jerónimo são os protagonistas, num filme com estreia a 8 de Março 2012.
27 fevereiro, 2012
06.Noite BTL - MNAA
Por ocasião da BTL (Bolsa de Turismo de Lisboa, a decorrer na FIL), e com o apoio dos Hotéis Heritage Lisboa, o MNAA-Museu Nacional de Arte Antiga organiza um programa especial na noite de quarta-feira, 29 de Fevereiro.
Com entrada livre, entre as 18h00 e até às 23h00 é possível percorrer as várias salas do Museu e admirar as mais de 4 mil peças expostas, descobrir as exposições temporárias, “Cuerpos de Dolor. A Imagem do Sagrado na Escultura Espanhola (1500-1750)” e “Tempo de Heróis. Sequeira e a Alegoria Política (desenhos)”, participar num interessante programa de visitas orientadas e jantar no restaurante do Museu.
Wang Shu - Prémio Pritzker 2012
P
Museu de História de Ningbo, 2003-2008Lv Hengzhong
Pavilhão Ningbo Tengtou, Expo de Xangai, 2010Lu Wenyu
O arquitecto chinês Wang Shu venceu nesta segunda-feira o prémio Pritzker de Arquitectura 2012. Aos 48 anos, Wang Shu tem obra construída apenas na China, sobretudo na região de Hangzhou, a 170 quilómetros de Xangai, e foi o responsável pelo pavilhão do seu país na Bienal de Veneza de 2006.
“O facto de ter sido escolhido um arquitecto chinês supõe um importante passo no reconhecimento do papel que a China vai desempenhar no desenvolvimento dos ideais arquitectónicos”, disse o júri do Pritzker, prémio que é considerado o Nobel da arquitectura. “Além disso, o êxito do urbanismo chinês nas próximas décadas será importante não só para a China mas para o mundo inteiro. Este urbanismo, como no resto do mundo, requer estar em harmonia com a cultura e as necessidades locais”, defende ainda o júri.
Entre as obras de Wang Shu destaca-se a Biblioteca do Colégio Wenzheng na Universidade de Suzhou, o Museu de História da cidade portuária de Ningbo e o Campus Xiangshan de Belas Artes de Hangzhou.
Reagindo à notícia do prémio, o arquitecto disse que este fê-lo aperceber-se “da quantidade de coisas” que fez na última década. “É uma prova de que o trabalho duro e a persistência conduzem a resultados positivos”, declarou Wang.
in Público
Óscares 2012 - Premiados
.
FILME
O Artista (The Artist)
REALIZADOR
Michel Hazanavicius (O Artista)
ACTOR
Jean Dujardin (O Artista)
ACTOR SECUNDÁRIO
Christopher Plummer (Assim É o Amor)
ACTRIZ
Meryl Streep (A Dama de Ferro)
ACTRIZ SECUNDÁRIA
Octavia Spencer (As Serviçais)
FILME LINGUA ESTRANGEIRA
Uma Separação, de Asghar Farhadi (Irão)
FILME ANIMAÇÃO - LONGA METRAGEM
Rango, de Gore Verbinski
FOTOGRAFIA
Hugo, Robert Richardson
DIREÇÃO ARTÍSTICA
Hugo, Dante Ferretti e Francesca Lo Schiavo
GUARDA-ROUPA
O Artista, Mark Bridges
DOCUMENTÁRIO (longa metragem)
Undefeated, TJ Martin, Dan Lindsay e Richard Middlemas
DOCUMENTÁRIO (curta metragem)
Saving Face, Daniel Junge e Sharmeen Obaid-Chinoy
MONTAGEM
Millenium 1: Os Homens Que Odeiam as Mulheres, Kirk Baxter e Angus Wall
CARACTERIZAÇÃO
A Dama de Ferro, Mark Coulier e J. Roy Helland
BANDA SONORA ORIGINAL
O Artista, Ludovic Bource
CANÇÃO ORIGINAL
"Man or Muppet" de "Os Marretas", música e letra de Bret McKenzie
CURTA-METRAGEM ANIMAÇÃO
The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore, William Joyce e Brandon Oldenburg
CURTA-METRAGEM
The Shore, Terry George e Oorlagh George
MONTAGEM SONORA
Hugo, Philip Stockton e Eugene Gearty
MISTURA SONORA
Hugo, Tom Fleischman e John Midgley
EFEITOS VISUAIS
Hugo, Rob Legato, Joss Williams, Ben Grossman e Alex Henning
ARGUMENTO ADAPTADO
Os Descendentes, Alexander Payne e Nat Faxon & Jim Rash
ARGUMENTO ORIGINAL
Meia Noite em Paris, Woody Allen
25 fevereiro, 2012
Palmarès des César 2012
Meilleur Film:
The Artist de Michel Hazanavicius
Meilleur réalisateur:
Michel Hazanavicius pour The Artist
Meilleur acteur:
Omar Sy dans Intouchables
Meilleure actrice:
Bérénice Bejo dans The Artist
Meilleur acteur dans un second rôle:
Michel Blanc dans L'exercice de l'étatde Pierre Schoeller
Meilleure actrice dans un second rôle:
Carmen Maura dans Les femmes du sixième étage
Meilleur scénario original:
L'exercice de l'état de Pierre Schoeller
Meilleure adaptation:
Carnage de Roman Polanski et Yasmina Reza
Meilleur film d'animation:
Le chat du rabbin de Joann Sfar
Meilleur film étranger:
Une séparation d'Asghar Farhadi
Meilleur premier film:
Le cochon de Gaza de Sylvain Estibal
Meilleur film documentaire:
Tous au Larzac de Christian Rouaud
Meilleur espoir féminin:
Clotilde Hesme dans Angèle et Tony Naidra Ayadi dans Polisse
Meilleur espoir masculin:
Grégory Gadebois dans Angèle et Tony
Meilleur montage:
Laure Gardette et Yann Dedet pour Polisse de Maïwenn
Meilleur photographie:
Guillaume Schiffman pour The Artist de Michel Hazanavicius
Meilleur son:
Oliver Hespel, Julie Brenta, Jean-Pierre Laforce pour L'exercice de l'état de Pierre Schoeller
Meilleure musique de film:
Ludovic Bource pour The Artist de Michel Hazanavicius
Meilleurs costumes:
Anais Romand pour L’Apollonide, souvenirs de la maison close de Bertrand Bonello
Meilleurs décors:
Laurence Bennett pour The Artist de Michel Hazanavicius
Meilleur court-métrage:
L'Accordeur d'Olivier Treinery
24 fevereiro, 2012
Um poema de Golgona Anghel
Vim porque me pagavam,
e eu queria comprar o futuro a prestações.
Vim porque me falaram de apanhar cerejas
ou de armas de destruição em massa.
Mas só encontrei cucos e mexericos de feira,
metralhadoras de plástico, coelhinhos de Páscoa e pulseiras
de lata.
A bordo, alguém falou de justiça
(não, não era o Marx).
A bordo, falavam também de liberdade.
Quanto mais morríamos,
mais liberdade tínhamos para matar.
Matava porque estavas perto,
porque os outros ficaram na esquina do supermercado
a falar, a debater o assunto.
Com estas mãos levantei a poeira
com que agora cubro os nossos corpos.
Com estas pernas subi dez andares
para assim te poder olhar de frente.
Alguém se atreve ainda a falar de posteridade?
Eu só penso em como regressar a casa;
e que bonito me fica a esperança
enquanto apresento em directo
a autópsia da minha glória.
Golgona Anghel, in Vim Porque Me Pagavam
(Lisboa, Mariposa Azul, 2011)
Rubem Fonseca vence Prémio Literário Casino da Póvoa
Com o romance Bufo & Spallazani, o escritor brasileiro Rubem Fonseca é o vencedor do Prémio Literário Casino da Póvoa. A decisão coube ao júri constituído por Ana Paula Tavares, Patrícia Reis, Pedro Mexia, José António Gomes e Fernando Pinto do Amaral
Nas restantes categorias, os vencedores foram:
. Prémio Correntes d'Escritas Fundação Dr. Luís Rainha 2011/2012
Amar o Mar - Minha Terra Natal, de Miguel Louro
Euracini de pátrias e maresias, de Admário Costa Lindo (menção honrosa)
. Prémio Literário Correntes d'Escritas Papelaria Locus 2011/2012
Vergílio Vagaroso, de Tomás Anjos Barão
. Prémio Conto Infantil Ilustrado Correntes d'Escritas Porto Editora
1.º Lugar: O sonho do professor jorge, da turma SP do 4.º ano da Séction Portugaise du Lycée de Saint-Germain-en-Laye, França
2.º Lugar - Martinho descobre que as mãos que falam, da turma E da EB Bairro Duarte Pacheco, S. Victor, Braga
3.º Lugar: No Reino da Alfabetária, da Turma B da EB1/Jl Condes da Lousã/Damaia, Amadora
22 fevereiro, 2012
Correntes d'Escritas 2012

A Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, vai realizar de 23 a 25 de Fevereiro, a 13ª edição do "Correntes d' Escritas - Encontro de Escritores de Expressão Ibérica".
Nele participam escritores, críticos, professores universitários, editores, tradutores e jornalistas - portugueses, africanos, brasileiros, espanhóis e de outros países da América Latina.
Gratuita e aberta ao público, a iniciativa pretende, entre outros objectivos, proporcionar um contacto mais direto dos 55 intervenientes com o público.
14 fevereiro, 2012
"Lugares Silenciosos" Fotografia de Fabrice Ziegler
CAS - Foyer -1
4 de fevereiro a 4 de março
Todos dos dias, 14h00-20h00
As paisagens da Islândia numa exposição em que o homem se confronta com o meio natural
Fotografia e informação retiradas do site CAS
O silêncio que envolve as paisagens do fotógrafo francês Fabrice Ziegler é uma paragem no tempo, a procura de um refúgio num território onde o homem tem de negociar o seu lugar. São visões que questionam a nossa existência e obrigam a reflexão e introspeção. Nesse território de beleza selvagem, o observador olha sobre si mesmo, silencioso e solitário. Todos os passos conduzem a si próprio. Toda a meditação inspirada na contemplação se centra em si. A natureza primordial oferece ao contemplador o encontro consigo mesmo. Nos lugares retratados nesta exposição, que parecem estar a nascer, estamos perante uma virgindade onde o homem surge antes do tempo. As referências usuais não têm expressão. Nesta natureza, o observador pode questionar o espaço do homem, o seu significado, e talvez duvidar da sua importância. A Islândia foi, para o autor, uma terra de reencontro e um lugar de questionamento, onde pela primeira vez sentiu o relativo significado que a espécie humana pode representar na ordem natural.
Fotografia e informação retiradas do site CAS
"Lava Walks" Fotografia de Teresa Huertas
CAS - Foyer -1
4 de fevereiro a 4 de março
Todos dos dias, 14h00-20h00
“Lava Walks” é um trabalho fotográfico sobre a experiência humana e mítica do lugar. Num território marcado pela vastidão, intensidade e grandes contrastes, Teresa Huertas utiliza o seu corpo enquanto instrumento performativo e como interlocutor com as muitas facetas do género artístico da paisagem. A natureza fotográfica da paisagem tem sido utilizada em experimentações muito diversas, desde o documental e científico ao domínio da manipulação dos territórios do natural enquanto suporte para uma intervenção artística. Neste conjunto de trabalhos, que tomam como metodologia o conceito de série, Teresa Huertas evoca algumas das noções históricas do ideal estético da paisagem e a sua relação com o sujeito contemplativo, como no ideal romântico, mas repensa este legado ao introduzir a presença humana enquanto modelo operativo com o cenário natural. O poder realista e documental da fotografia de natureza, género inscrito na história do meio, é desafiado nas suas potencialidades até simular um território estético bastante ambivalente que deambula entre o hiper-realismo e a exploração poética e ilusória da paisagem. A exposição tem curadoria de Emília Tavares.
Fotografia e informação retiradas do site do CAS
12 fevereiro, 2012
BAFTA 2012
Na cerimónia dos BAFTA, no Royal Opera House em Londres, ‘O Artista’ foi o grande vencedor ao arrecadar 7 prémios, entre eles o de Melhor Realizador, Melhor Actor e Melhor Filme. Segue-se ‘A Invenção de Hugo’ e ‘A Toupeira’, com 2 prémios cada um.
Vencedores dos BAFTA 2012:
MELHOR FILME
‘O Artista’
MELHOR FILME BRITÂNICO
‘A Toupeira’
MELHOR ESTREIA DE UM ARGUMENTISTA, REALIZADOR OU PRODUTOR BRITÂNICO
Paddy Considine e Diarmid Scrimshaw por ‘Tyrannosaur’
MELHOR FILME ESTRANGEIRO
‘A Pele Onde Eu Vivo’
MELHOR DOCUMENTÁRIO
‘Senna’
MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO
‘Rango’
MELHOR REALIZADOR
Michel Hazanavicius por ‘O Artista’
MELHOR ARGUMENTO ORIGINAL
Michel Hazanavicius por ‘O Artista’
MELHOR ARGUMENTO ADAPTADO
Bridget O’Connor e Peter Straughan por ‘A Toupeira’
MELHOR ATOR
Jean Dujardin em ‘O Artista’
MELHOR ATRIZ
Meryl Streep em ‘The Iron Lady’
MELHOR ATOR SECUNDÁRIO
Christopher Plummer em ‘Beginners – Assim é o Amor’
MELHOR ATRIZ SECUNDÁRIA
Octavia Spencer em ‘As Serviçais’
MELHOR BANDA SONORA ORIGINAL
Ludovic Bource por ‘O Artista’
MELHOR FOTOGRAFIA
‘O Artista’
MELHOR EDIÇÃO
‘Senna’
MELHOR DIRECÇÃO ARTÍSTICA
‘A Invenção de Hugo’
MELHOR GUARDA-ROUPA
‘O Artista’
MELHOR CARACTERIZAÇÃO
‘The Iron Lady’
MELHOR SOM
‘A Invenção de Hugo’
MELHORES EFEITOS VISUAIS
‘Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 2′
MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
‘A Morning Stroll’
MELHOR CURTA-METRAGEM
‘Pitch Black Heist’
PRÉMIO ORANGE WEDNESDAY RISING STAR (votado pelo público)
Adam Deacon
MELHOR CONTRIBUIÇÃO PARA O CINEMA BRITÂNICO
John Hurt
PRÉMIO ACADEMY FELLOWSHIP
Martin Scorsese
Morreu a cantora Whitney Houston (1963-2012)
Morre aos 48 anos, a cantora e actriz que foi a primeira mulher a conseguir atingir o número um do top da "Billboard", revista que faz rankings musicais nos Estados Unidos desde 1936.
Whitney Houston era filha da cantora gospel Cissy Houston, prima da diva pop dos anos 1960, Dionne Warwick, e afilhada de Aretha Franklin.
Whitney começou a cantar em igreja, ainda quando criança. Na adolescência, ela se apresentou com Chaka Khan, Jermaine Jackson e outros. O primeiro álbum da cantora, chamado “Whitney Houston”, foi lançado em 1985, vendeu milhões de cópias e gerou uma sucessão de hits.
Com o single "Saving All My Love for You", Whitney Houston conquistou o seu primeiro Grammy, por melhor vocal pop feminino. "How Will I Know", "You Give Good Love" e "The Greatest Love of All" também alcaçaram o topo das paradas.
Whitney conseguiu voltar ao topo das paradas em 2009, quando de novo foi número um em vendas nos EUA com seu último álbum "I Look to You", o primeiro em sete anos, período no qual sua imagem foi atingida devido a sua dependência de drogas, álcool e às constantes polêmicas com seu marido, o também cantor Bobby Brown.
Retrato símbolo da "Primavera Árabe" vence World Press Photo 2011
Mulher consola ferido durante os confrontos no Iémen
Samuel Aranda/Corbis/The New York Times/Reuters
Uma imagem captada pelo fotógrafo espanhol Samuel Aranda no interior de uma mesquita utilizada como hospital durante os confrontos no Iémen é a foto do ano do World Press Photo 2011. Resultados do concurso foram hoje divulgados em Amesterdão.
Samuel Aranda é o vencedor do World Press Photo 2011, o mais importante concurso mundial de fotojornalismo, com uma imagem de uma mulher de véu integral a abraçar um ferido durante a revolta popular no Iémen. O trabalho do fotojornalista espanhol foi escolhido entre as mais de 100 mil fotografias a concurso. Na edição deste ano, foram avaliados os trabalhos de 5247 profissionais originários de 124 países.
A fotografia, publicada no jornal "New York Times" e que se tornou símbolo da "Primavera Árabe", foi tirada a 15 de outubro de 2011 em Sanaa, capital do Iémen, numa mesquita transformada em hospital pelos opositores do Presidente Ali Abdallah Saleh.
Samuel Aranda, 33 anos, ex-fotógrafo da AFP, vai reber um prémio de 13.000 dólares (cerca de 10 mil euros) e uma câmara Canon de última geração. A fotografia selecionada foi tirada quando o fotojornalista realizava um trabalho para o jornal norte-americano.
Ler mais: Expresso
Antoni Tàpies (1923-2012)
Fotografia © Reuters/Sergio Perez
'Composición' - Série: 'Celebración de la miel'
Antoni Tàpies i Puig era considerado uma referência da arte abstrata do pós-guerra. O pintor catalão, autor da série "Celebración de la miel" faleceu, na segunda-feira, dia 6, aos 88 anos, em Barcelona.
Conhecido pela introdução de novas técnicas de desenho, litografia e colagem, e pela escultura em cimento, bronze ou cerâmica, Tàpies chegava a usar objectos de uso quotidiano na sua arte.
O pintor começou por estudar Direito, mas abandonou o curso e foi para Paris para se dedicar ao desenho e à pintura e foi aí que, em 1956, realizou a sua primeira exposição individual. Recebeu das mãos de Salvador Dalí o Prémio da República da Colômbia na Bienal Hispanoamérica de Barcelona.
O artista, considerado um dos mais importantes do século XX, foi distinguido com vários e importantes prémios entre os quais a Medalha de Ouro da Generalidade da Catalunha, em 1983, e o Prémio Príncipes das Astúrias das Artes, em 1990. Foi ainda nomeado Marquês de Tàpies em 2010 pelo seu contributo às artes plásticas.
07 fevereiro, 2012
Doisneau, Paris les Halles
crédits : © Atelier Robert Doisneau
Hôtel de Ville
Du 8 février au 28 avril 2012
Tous les jours sauf dimanches et fêtes de 10h à 19h. Dernier accès à 18h30.
Salon d'accueil de la Mairie de Paris
En 1933, Robert Doisneau prend sa première photo dans le quartier des Halles. Amoureux de ce "ventre de Paris", le photographe fixera sur le négatif les évolutions et les nouveautés du quartier.
L'exposition
Parmi les nombreuses photographies que Robert Doisneau a consacrées au quartier des Halles de 1933 à sa mort, 150 tirages, pour la plupart vintages, seront présentés au public. Une salle consacrée aux photographies en couleur des années 1960, permettra de porter un regard nouveau à la fois sur les Halles et sur l’oeuvre du photographe.
Pour ceux qui n’ont pas connu « le trou des Halles » ou encore les pavillons Baltard, l'exposition montre la vie, la couleur et le caractère du quartier entre les années 30 et les années 70.
05 fevereiro, 2012
Paulo David - Arquitecto português - distinguido com a Medalha Alvar Aalto
Casa das Mudas, localizada no concelho da Calheta
O arquitecto Paulo David recebeu a Medalha Alvar Aalto 2012, na Gala Capital World Design realizada no Hall Sibelius de Lahti, na Finlândia.
Paulo David é o 11.º arquitecto galardoado e o segundo português, depois de Siza Vieira (1988), com a Medalha Alvar Aalto que é atribuída a um arquitecto ou escritório de arquitectura em reconhecimento de um contributo significativo para a arquitectura.
O trabalho de Paulo David, na opinião do júri, faz uma síntese convincente da arquitectura contemporânea e tradicional. Respeita as características locais da sua ilha natal da Madeira, criando uma nova camada histórica da paisagem secular da ilha. Os edifícios projectados por Paulo David podem ser considerados tanto paisagem como arquitectura.
31 janeiro, 2012
Helder Moura Pereira - Prémio de Poesia Luís Miguel Nava
Helder Moura Pereira (Setúbal, 1949) é o vencedor do Prémio de Poesia Luís Miguel Nava 2011 com o livro "Se as Coisas Não Fossem o Que São", editado pela Assírio & Alvim. O prémio, no valor de cinco mil euros, é bienal, sendo portanto referente aos livros publicados em 2009 e 2010.
Poeta, autor de uma obra extensa iniciada em 1976 com Cartucho, e também tradutor (Marquês de Sade, Guy Debord, Ernest Hemingway, Silvia Plath, Jorge Luis Borges), Helder Moura Pereira, explica a biografia disponibilizada pelo Centro de Documentação de Autores Portugueses, “tornou-se nos anos 80 um dos representantes do minimalismo pós-moderno”, e desenvolveu uma poesia “devedora da tradição anglo-saxónica”, em que faz um “minucioso rastreio dos sinais do quotidiano mais prosaico”.
O prémio foi atribuído por um júri constituído por quatro membros da Fundação Luís Miguel Nava: Carlos Mendes de Sousa, Fernando Pinto do Amaral, Gastão Cruz e Luís Quintais, e ainda um convidado, que desta vez foi o professor, poeta e crítico Fernando JB Martinho.
Em edições anteriores o prémio foi concedido aos poetas Sophia de Mello Breyner Andresen, Fernando Echevarría, António Franco Alexandre, Armando Silva Carvalho, Manuel Gusmão, Fernando Guimarães, Manuel António Pina, Luís Quintais, António Ramos Rosa, Pedro Tamen e A. M. Pires Cabral.
in Público
29 janeiro, 2012
27 janeiro, 2012
26 janeiro, 2012
Fernando Pessoa na Fundação Calouste Gulbenkian
Foto retirada do site Fundação Calouste Gulbenkian
Fernando Pessoa, Plural como o Universo
DE 10 FEV 2012 A 30 ABR 2012
TODOS OS DIAS DAS 10:00 ÀS 18:00
CURADORIA: CARLOS FELIPE MOISÉS E RICHARD ZENITH
ENCERRA SEGUNDA-FEIRA E DOMINGO DE PÁSCOA
Para mais informção: Gulbenkian
23 janeiro, 2012
As Histórias de Paula Rego em Paris
Pormenor 'Mãe', 1997
Pela primeira vez em Paris, será apresentada uma exposição com obras representativas de Paula Rego, entre 26 de janeiro e 1 de abril, nas novas instalações da Fundação Gulbenkian, no Boulevard de La Tour Maubourg.
Comissariada por Helena de Freitas, diretora da Fundação Paula Rego – Casa das Histórias, a mostra vai reunir cerca de três dezenas de obras que incidem sobre as duas últimas décadas de trabalho da artista (1988-2009). Longe de se assumir como retrospetiva, a exposição centra-se, antes, nas séries temáticas que mais contribuíram para o reconhecimento internacional da força e originalidade de Paula Rego. O destaque vai para as pinturas de grandes formatos (pastel), mas também inclui desenhos e gravuras.
A mostra apresenta uma artista figurativa que domina a técnica e os recursos estéticos dos grandes mestres, desenvolvendo uma linguagem plástica que interpela o espectador, comovendo-o ou violentando-o. Tomando como modelo os grandes mestres, ou desenvolvendo a multiplicidade das suas fontes, através da citação de grandes autores literários, como Genet, Eça, Kafka ou Balzac, do cinema, do teatro ou da dança, e sobretudo procurando inspiração na crueza dos contos populares, Paula Rego assume-se, essencialmente, como contadora de histórias.
Nascida em Lisboa, em 1935, e tendo feito a sua formação em Londres, onde vive há várias décadas, Paulo Rego é uma das mais destacadas pintoras da atualidade.
A exposição pode ser vista de segunda a sábado, das 9h às 18h no Boulevard de La Tour Maubourg, n.º 39, no Bairro dos Invalides.
Gonçalo M. Tavares vence Prémio Fundação Inês de Castro
Gonçalo M. Tavares foi premiado pelo romance "Uma Viagem à Índia" (Nuno Ferreira Santos)
O escritor Gonçalo M. Tavares venceu a quinta edição do prémio literário Fundação Inês de Castro, de Coimbra, com o romance “Uma Viagem à Índia”, foi esta segunda-feira anunciado.
O júri do prémio Fundação Inês de Castro integrou José Carlos Seabra Pereira, Mário Cláudio, Fernando Guimarães, Frederico Lourenço e Pedro Mexia.
O romance “Uma Viagem à Índia”, editado em 2010, tem por referência “Os Lusíadas”, mas é “uma narrativa de uma viagem contemporânea, no século XXI”, como explicou o autor à agência Lusa quando o livro foi lançado.
O escritor receberá o prémio - que inclui uma escultura de João Cutileiro - a 4 de Fevereiro na Quinta das Lágrimas, em Coimbra.
Nas edições anteriores, foram distinguidos Pedro Tamen, Teolinda Gersão, José Tolentino de Mendonça e Hélia Correia.
“Uma Viagem à Índia” já valeu a Gonçalo M. Tavares o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores e o Prémio Literário Fernando Namora/Estoril Sol, tendo sido ainda finalista do prémio Portugal Telecom de Literatura.
Gonçalo M. Tavares nasceu em Angola, em 1970, e já recebeu vários prémios, enhtre eles o Prémio José Saramago 2005 e o Prémio LER/Millennium BCP 2004, ambos para o romance “Jerusalém”.
in Público
21 janeiro, 2012
Colecção de literatura de viagens dirigida por Carlos Vaz Marques.
Caderno Afegão
Um Diário de Viagem
Alexandra Lucas Coelho
O diário da viagem que a Grande Repórter do «Público» fez sozinha ao Afeganistão, em 2008, faz parte da colecção de literatura de viagens dirigida por Carlos Vaz Marques.
Caminhar no Gelo
Munique - Paris, de 23 de Novembro a 14 de Dezembro de 1974
Werner Herzog
Escrito por um dos nomes cimeiros do Novo Cinema Alemão, na colecção de literatura de viagens surge o relato de uma lenta caminhada contra a morte, num périplo por geografias inóspitas. Tradução de Isabel Castro Silva.

Cartas do Meu Magrebe
Ernesto de Sousa
As crónicas da viagem que o jornalista e artista multidisciplinar fez ao Magrebe na década de 1960. Prefácio de Isabel do Carmo.

Considerado pelo próprio autor como o seu melhor livro, eis o inestimável contributo de Henry Miller para a colecção de literatura de viagens dirigida por Carlos Vaz Marques.
Tiziano Terzani
A selecção de Carlos Vaz Marques dá a conhecer «um excelente livro escrito na melhor tradição do jornalismo literário... profundo, rico e reflexivo». Tradução de Margarida Periquito.
Caminhar no Gelo
Munique - Paris, de 23 de Novembro a 14 de Dezembro de 1974
Werner Herzog
Escrito por um dos nomes cimeiros do Novo Cinema Alemão, na colecção de literatura de viagens surge o relato de uma lenta caminhada contra a morte, num périplo por geografias inóspitas. Tradução de Isabel Castro Silva.
Cartas do Meu Magrebe
Ernesto de Sousa
As crónicas da viagem que o jornalista e artista multidisciplinar fez ao Magrebe na década de 1960. Prefácio de Isabel do Carmo.
O Colosso de Maroussi
Henry MillerConsiderado pelo próprio autor como o seu melhor livro, eis o inestimável contributo de Henry Miller para a colecção de literatura de viagens dirigida por Carlos Vaz Marques.
Disse-me Um Adivinho
Em Viagem pelos Mistérios do Extremo OrienteTiziano Terzani
A selecção de Carlos Vaz Marques dá a conhecer «um excelente livro escrito na melhor tradição do jornalismo literário... profundo, rico e reflexivo». Tradução de Margarida Periquito.
Manuel João Ramos
Um diário de viagem amplamente ilustrado pelo autor, num périplo pelas suas memórias pessoais e pelo imaginário colectivo etíope.
O Japão é Um Lugar Estranho
Viagem de Um Pai com o Seu Filho ao País da Manga e do AnimePeter Carey
Vencedor do Booker Prize por duas vezes, Carey abre uma porta de acesso à cultura moderna japonesa.
Jerusalém
Ida e VoltaSaul Bellow
Galardoado com vários prémios, entre os quais o Nobel da Literatura, Saul Bellow figura agora na selecção de Carlos Vaz Marques com uma obra eminentemente política. Tradução de Raquel Mouta.
Morte na Pérsia
Annemarie Schwarzenbach
Uma grande escritora da literatura do século XX, finalmente editada em português. Tradução de Isabel Castro Silva.
Conta-me Cá Como Vives
Agatha Christie
Nova Iorque
Brendan Behan
Paris
Julien Green
Julien Green
Um retrato inesperado de Paris, escapando ao lugar-comum e ao clichê, para nos apresentar uma cidade íntima e privada, lugar de memórias e de descobertas.
Mais do que relatar as peripécias e curiosidades da viagem que fez pela Índia no ano de 1961, Moravia procura determinar a essência da cultura indiana. Tradução de Margarida Periquito.
Veneza
Jan Morris
Jan Morris
Um livro inesquecível sobre a experiência de Morris na mítica cidade de Veneza. Tradução de Raquel Mouta.
Josep Pla
O mais notável escritor catalão contemporâneo relata de forma irresistível uma viagem pela Catalunha natal.
Viva México
Alexandra Lucas Coelho
O mais notável escritor catalão contemporâneo relata de forma irresistível uma viagem pela Catalunha natal.
Traduzido pela primeira vez em Portugal, surge agora o primeiro livro de Mark Twain, escrito depois de uma viagem «inocente» pela Europa e pela Terra Santa. Tradução de Margarida Vale de Gato.
Viva México
Alexandra Lucas Coelho
Da brutal cidade de Juárez às ruínas pré-colombianas do sul, dos mexicanos cosmopolitas às mais utópicas personagens, eis um país que não esqueceremos, mesmo sem nunca lá aterrarmos.
Novos Talentos FNAC Fotografia 2011
O trabalho Arrefeceu a cor dos teus cabelos, da autoria de Lara Jacinto, foi o vencedor.
" Arrefeceu a cor dos teus cabelos é um trabalho que pretende reflectir sobre a passagem do tempo, e sobre a influência que o tempo que decorre tem no nosso olhar e na percepção que fazemos daquilo que nos rodeia."
Lara Jacinto
4/365 de Ana Maria Russo obteve a menção honrosa
"Este projecto, desenvolvido ao longo de 4 estações e 365 dias, tem o seu teatro ao longo de alguns quilómetros que separam pequenas povoações do Distrito de Santarém e de Lisboa".
Ana Maria Russo
Ver portefólios em http://www.culturafnac.pt/novos-talentos/
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