29 maio, 2011

Quatro poemas de Jacques Prévert


Pour toi mon amour

Je suis allé au marché aux oiseaux
Et j'ai acheté des oiseaux
Pour toi
Mon amour

Je suis allé au marché aux fleurs
Et j'ai acheté des fleurs
Pour toi
Mon amour

Je suis allé au marché à la ferraille
Et j'ai acheté des chaînes
De lourdes chaînes
Pour toi
Mon amour

Et je suis allé au marché aux esclaves
Et je t'ai cherchée
Mais je ne t'ai pas trouvée
Mon amour


Déjeuner du matin

Il a mis le café
Dans la tasse
Il a mis le lait
Dans la tasse de café
Il a mis le sucre
Dans le café au lait 
Avec la petite cuiller
Il a tourné
Il a bu le café au lait
Et il a reposé la tasse 
Sans me parler

Il a allumé
Une cigarette
Il a fait des ronds
Avec la fumée
Il a mis les cendres
Dans le cendrier
Sans me parler
Sans me regarder

Il s'est levé
Il a mis
Son chapeau sur sa tête
Il a mis son manteau de pluie
Parce qu'il pleuvait
Et il est parti
Sous la pluie
Sans une parole
Sans me regarder

Et moi j'ai pris
Ma tête dans ma main
Et j'ai pleuré




JE SUIS COMME JE SUIS

Je suis comme je suis
Je suis faite comme ça
Quand j’ai envie de rire
Oui je ris aux éclats
J’aime celui qui m'aime
Est-ce ma faute à moi
Si ce n’est pas le même
Que j’aime chaque fois
Je suis comme je suis
Je suis faite comme ça
Que voulez-vous de plus
Que voulez-vous de moi


Je suis faite pour plaire
Et n’y puis rien changer
Mes talons sont trop hauts
Ma taille trop cambrée
Mes seins beaucoup trop durs
Et mes yeux trop cernés
Et puis après
Qu’est-ce que ça peut vous faire
Je suis comme je suis
Je plais à qui je plais
Qu’est-ce que ça peut vous faire

Ce qui m’est arrivé
Oui j’ai aimé quelqu’un
Oui quelqu’un m’a aimé
Comme les enfants qui s’aiment
Simplement savent aimer
Aimer aimer...
Pourquoi me questionner
Je suis là pour vous plaire
Et n’y puis rien changer.



Pour faire le portrait d'un oiseau


Peindre d'abord une cage
avec une porte ouverte
peindre ensuite
quelque chose de joli
quelque chose de simple
quelque chose de beau
quelque chose d'utile
pour l'oiseau
placer ensuite la toile contre un arbre
dans un jardin
dans un bois
ou dans une forêt
se cacher derrière l'arbre
sans rien dire
sans bouger...
Parfois l'oiseau arrive vite
mais il peut aussi bien mettre de longues années
avant de se décider
Ne pas se décourager
attendre
attendre s'il faut pendant des années
la vitesse ou la lenteur de l'arrivée de l'oiseau
n'ayant aucun rapport
avec la réussite du tableau
Quand l'oiseau arrive
s'il arrive
observer le plus profond silence
attendre que l'oiseau entre dans la cage

et quand il est entré
fermer doucement la porte avec le pinceau
puis
effacer un à un tous les barreaux
en ayant soin de ne toucher aucune des plumes de l'oiseau
Faire ensuite le portrait de l'arbre
en choisissant la plus belle de ses branches
pour l'oiseau
peindre aussi le vert feuillage et la fraîcheur du vent
la poussière du soleil
et le bruit des bêtes de l'herbe dans la chaleur de l'été
et puis attendre que l'oiseau se décide à chanter
Si l'oiseau ne chante pas
c'est mauvais signe
signe que le tableau est mauvais
mais s'il chante c'est bon signe
signe que vous pouvez signer
Alors vous arrachez tout doucement
une des plumes de l'oiseau
et vous écrivez votre nom dans un coin du tableau.



22 maio, 2011

Palmarès du Festival de Cannes 2011

PALMARÈS 2011 du FESTIVAL DE CANNES











Palme d'or - The tree of life (L'arbre de vie)  de Terrence Malick  



  • Grand Prix Ex-aequo - Bir Zamanlar Anadolu'da de Bilge Ceylan 

                                            - Le gamin au vélo de Jean-Pierre et Luc Dardenne
Prix d'interprétation masculine - Jean Dujardin dans The artist  de Michel  Hazanavicius 


Prix d'interprétation féminine -  Kirsten Dunst  dans Melancholia  de  Lars Von Trier


Prix de la mise en scène -  Drive  de  Nicolas Winding Refn


Prix du scénario Hearat Shulayim de Joseph Cedar


Prix du Jury - Polisse de Maïwenn


Prix de la Caméra d'or -  Las Acacias de Pablo Giorgelli 


Palme d'Or du Court Métrage  -  Cross de  Maryna Vroda 


Toutes les bandes  annonces: http://www.festival-cannes.fr/fr/trailers.html

Le gamin au vélo de Jean-Pierre et Luc Dardenne

Varatojo/Palácio do Egipto

palacio do egito.jpg

18 maio, 2011

Philip Roth ganha Booker Prize




O romancista norte-americano Philip Roth foi galardoado com o Prémio Internacional Man Booker de 2011, que de dois em dois anos distingue um autor pelo conjunto da sua obra. A lista de nomeados de 2011 englobava 12 autores.
Os anteriores laureados com o prémio nos últimos anos foram a canadiana Alice Munro (2009), o nigeriano Chinua Achebe (2007) e o albanês Ismail Kadaré (2005).
"Durante mais de 50 anos, os livros de Philip Roth estimularam, provocaram e divertiram um publico imenso, que continua a aumentar", afirmou Rick Gekoski, presidente do júri, durante o anúncio do vencedor, em Sydney, na Austrália.
"A sua imaginação não só refundou a nossa ideia de identidade judaica, como reanimou a ficção, não apenas norte-americana, mas em geral", acrescentou.

Duas dezenas de romances


Philip Roth, 78 anos, escreveu duas dezenas de romances como "Adeus Colombo", "A Pastoral Americana", pelo qual recebeu o prémio Pulitzer em 1998, "O Complexo de Portnoy" e "A conspiração contra a América".
A sua obra foi particularmente dedicada à sua personagem fetiche e duplo literário Nathan Zuckerman, cujo ciclo começou com "O Escritor Fantasma", em 1979 e terminou com o "O Fantasma Sai de Cena", em 2007.
prémio Man Booker foi lançado em 2005, em complemento ao prestigiado Prémio Booker.
A diferença entre os dois prémios reside no facto do Prémio Internacional Booker não recompensar uma obra em particular mas o conjunto do trabalho do autor, qualquer que seja a sua nacionalidade.

in Expresso

10 maio, 2011

A poesia de Al Berto no 3º Festival do Silêncio


Lisboa, 10 mai (Lusa) - O Festival Silêncio 2011, que decorrerá em junho, quer consolidar-se como o mais importante evento de Lisboa em torno da palavra dita, em diálogo com a música e cinema, disse à Lusa Alexandre Cortez, um dos organizadores.
Para isso contará este ano com uma programação que incluirá vários espetáculos encomendados a músicos portugueses e o convite para escritores e artistas se juntarem em palco em torno da poesia.
A terceira edição do Festival Silêncio decorrerá de 15 a 25 de junho nas três salas do cinema São Jorge e no Musicbox.
A programação completa só será conhecida no dia 17, mas está já confirmada a presença, por exemplo, de Lee Ranaldo, guitarrista dos Sonic Youth, para uma atuação de "spoken word" e projeção de imagem num espetáculo intitulado "Notebook".
Em Lisboa estarão também o músico brasileiro Arnaldo Antunes e o histórico jamaicano Linton Kwesi Johnson, poeta e fundador da "dub poetry", performance que combina interpretação de poesia acompanhada de ritmos jamaicanos.
Na afirmação da palavra dita, a organização do Festival Silêncio quer que o evento seja transversal a outras disciplinas, nomeadamente a música e o cinema, explicou Sandra Silva, da editora 101 Noites.
Por isso foram encomendados dois espetáculos a autores portugueses.
Um deles chama-se "Música de Palavra(s)", foi encomendado ao músico José Mário Branco e contará com Camané, Carlos Bica, José Peixoto e Filipe Raposo.
Outro será "Moradas do Silêncio", uma homenagem ao poeta Al Berto, que contará com a participação de Sérgio Godinho, JP Simões, João Peste, Rui Reininho e Noiserv, projeto de David Santos.
A relação da poesia com o fado será abordada num espetáculo feito de propósito para o festival com Raquel Tavares, Cuca Roseta, Ricardo Ribeiro e António Zambujo e o mesmo será feito com o hip hop e o rap numa retrospetiva intitulada Rapública XXI.
Além do Poetry Slam - uma competição para declamadores, poetas do improviso e estreantes em torno da palavra - a organização propõe, pela primeira vez, um concurso internacional de "poetry film", no qual se desafia o espetador a fazer uma curta-metragem a partir de um poema.
O regulamento está no site oficial do festival.
A palavra é dada a quem a diz e por isso haverá ainda "Conversas do silêncio" que desafiarão escritores portugueses e estrangeiros no mesmo palco.
Foram convidados, por exemplo, Afonso Cruz, José Eduardo Agualusa, João Tordo, Richard Zimler, Zoran Zivkovic, Maylis de Kérangal e Salim Bachi.
"O festival começou por ser uma coisa modesta, relativamente pequena, mas queremos que se venha a afirmar de uma forma transversal para que Lisboa seja a capital da palavra", pelo menos naquela semana, sublinharam à Lusa Gonçalo Riscado, Alexandre Cortez e Sandra Silva, os impulsionadores do festival.
A organização conta com cerca de 50 mil euros da Direção Geral das Artes, ao qual junta apoio da EGEAC e de entidades privadas.
SS.
Lusa/fim

08 maio, 2011

Leituras ...


"São 376 páginas de puro deleite.  Além de toda a beleza das fotos, dos belos poemas e textos,considero o livro  ‘Lisboa em Pessoa -  Guia turístico e literário da capital portuguesa’ um guia para lá de perfeito, já que contém toda informação necessária sobre os mais diversos pontos turísticos de Lisboa e sugestões de itinerários como o itinerário ‘Lisboa antiga’ que sugere um passeio pelos pontos mais antigos da nobre capital portuguesa e que deixará qualquer turista maravilhado.
O leitor encontrará também dicas de expressões portuguesas para não cometer gafes enquanto estiver a passeio,  guia de ruas, dicas de onde e o que comprar, além de dezenas de sugestões sobre o que e onde comer e divertir-se em Lisboa; e para fechar com chave de ouro o guia ainda traz-nos um Guia de Sobrevivência com altas dicas. Imperdível.
Só quem conhece Lisboa reconhece a grande obra de arte que é o livro ‘Lisboa em Pessoa -  Guia turístico e literário da capital portuguesa’. "


07 maio, 2011

3ª edição do Festival Literário - Paris

crédits : Mairie de Paris - Henri Garat

A voir et à écouter : lectures d’écrivains et de comédiens, concerts littéraires, rencontres, performances, promenades littéraires, exercices d’admiration et lectures en bus, banquet, cabaret, bal...seront les principaux ingrédients de ce festival littéraire.

04 maio, 2011

La nuit des musées

Visuel de la nuit des musées 2011

Pour la septième année consécutive, les portes des musées s’ouvrent par une Nuit de mai.

A la faveur de la nuit, dans ce moment où les sens sont singulièrement en éveil, les musées deviennent le théâtre de rencontres et d’événements inattendus. Conservateurs, comédiens, médiateurs, historiens de l’art, musiciens, danseurs, et même spécialistes du monde spatial nous invitent en effet à venir vivre le musée autrement. Dans près de 3000 musées à travers l’Europe, ils partageront à travers des programmations spéciales leurs découvertes, leur curiosité et leurs émerveillementsen résonance avec la diversité du monde qui nous entoure.
Cette année, en écho à l’Année des Outre-mer français, les événements de la Nuit se vivront notamment à travers un prisme ultramarin : c’est l’occasion de voir les collections de nos musées sous un autre angle, avec les spectacles, les concerts, les conférences et les dégustations qui viendront également illustrer l’un des pans les plus vivants de notre culture nationale.
(...)
Fréderic Mitterrand

01 maio, 2011

Poemas de Maram Al Masri




"Les femmes comme moi



Endurent les coups


Et ne savent pas les rendre.


Elles tremblent de colère


Réprimée.


Comme des lionnes en cage


Les femmes comme moi


Rêvent


De liberté."


in, Cerise rouge sur un carrelage blanc

__________

La femme qui regarde par la fenêtre



La femme qui regarde par la fenêtre

a envie d’avoir de long bras
pour prendre le monde
son Nord et son Sud
son Est et son Ouest
dans son giron
comme une tendre mère
envie d’avoir de grandes mains
pour caresser ses cheveux
écrire des poèmes
pour alléger son chagrin
Elle qui lui a fait don

de son être,
qui pleure,
qui sourit avec lui
elle, la mère de tous ses enfants,
la sœur de toutes ses femmes,
reste l’amante de
sa beauté imparfaite.


_____________
Maram al-Masri est née à Lattaquié en Syrie, rive de la Méditerrannée située à vingt milles marins de l’île de Cypris. Après des études de littérature anglaise à Damas, où le recueil Je te menace d’une Colombe blanche paraît en 1984, elle quitte sa terre natale pour s’installer à Paris.

Son second recueil, Cerise rouge sur un carrelage blanc est publié à Tunis et sa poésie est alors saluée par la critique des pays arabes puis traduite dans de nombreuses langues (allemand, anglais, italien, espagnol, serbe, corse ou encore turc).

En 2003, les éditions PHI font paraître une traduction française de ce second recueil, puis les éditions Al Manar éditent Je te Regarde, qui obtient le prix de poésie de la SGDL (Société des Gens de Lettres).

Depuis quelques années, Maram Al Masri se consacre exclusivement à l'écriture et à la poésie et participe à de nombreux festivals internationaux de poésie en France et à l'étranger . Elle écrit et lit ses poèmes en arabe

« Sa poésie est singulièrement attachante, dépouillée à l’estrême. Rien d’ostentatoire, peu d’images, mais le tracé net et le délié de l’émoi, la gravité d’une caresse, la légèreté d’une source. » (Lionel Ray)

Poema à mãe de Eugénio de Andrade

Poema à mãe


No mais fundo de ti
Eu sei que te traí, mãe.


Tudo porque já não sou
O menino adormecido
No fundo dos teus olhos.


Tudo porque ignoras
Que há leitos onde o frio não se demora
E noites rumorosas de águas matinais.


Por isso, às vezes, as palavras que te digo
São duras, mãe,
E o nosso amor é infeliz.


Tudo porque perdi as rosas brancas
Que apertava junto ao coração
No retrato da moldura.


Se soubesses como ainda amo as rosas,
Talvez não enchesses as horas de pesadelos.


Mas tu esqueceste muita coisa;
Esqueceste que as minhas pernas cresceram,
Que todo o meu corpo cresceu,
E até o meu coração
Ficou enorme, mãe!


Olha - queres ouvir-me? -
Às vezes ainda sou o menino
Que adormeceu nos teus olhos;


Ainda aperto contra o coração
Rosas tão brancas
Como as que tens na moldura;


Ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
No meio do laranjal...


Mas - tu sabes - a noite é enorme,
E todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
Dei às aves os meus olhos a beber.


Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo as rosas.


Boa noite. Eu vou com as aves.




Eugénio de Andrade



28 abril, 2011

Feira do Livro 2011 - Lisboa




A 81ª edição da Feira do Livro de Lisboa 2011 realiza-se entre os dias 28 de Abril e 15 de Maio, no Parque Eduardo VII.


Horário de funcionamento
•De 2ª a 5ª Feira - Das 12h30 às 22h30;
•6ª Feira - Das 12h30 às 23h30;
•Sábados, Domingos e Feriados - Das 11h00 às 23h30.


A feira é organizada pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).

27 abril, 2011

Gato Malhado e Andorinha Sinhá

Pedro e Inês pelo Grupo de Teatro O Bando no CAS



CAS - Auditório
30 de Abril
22h00



Pretendendo revisitar e reinventar a história de Pedro e Inês e partindo do texto inédito “Inês Morre”, de Miguel Jesus - o qual caminha progressivamente dum registo dramático e realista para o poético e para o metafórico - o Teatro O Bando convidou Anatoly Praudin, director do Experimental Stage of Baltic House, em S. Petersburgo, a criar um espectáculo onde a sua visão externa, profundamente influenciada pela tradição teatral russa, pudesse levantar novas inquietações sobre esta lenda e espalhar uma nova luz sobre este mito. Uma grande história por uma grande companhia, no palco do Centro de Artes de Sines.

22 abril, 2011

Livraria Bertrand do Chiado - mais antiga do mundo



Desde que abriu em 1732, a Livraria Bertrand do Chiado nunca deixou de funcionar. É por isso que entrou para o Guiness como a livraria mais antiga do mundo ainda em actividade.

A Livraria Bertrand do Chiado foi reconhecida pelo Guiness como a livraria mais antiga do mundo ainda em actividade. O atestado, certificado pelo Guiness Book of Records, está exposto desde ontem à noite no interior da loja.

A livraria Bertrand do Chiado está em funcionamento desde 1732 e o processo de candidatura a livraria mais antiga do mundo obedeceu “a uma rigorosa prestação de provas”. Foi necessário confirmar que a actividade da livraria não foi interrompida ao longo destes anos e para isso contribuíram o historiador contemporâneo e colaborador da LisbonWalker, José Antunes; o sociólogo Miguel Cabrita; Ana Salvado, que no momento da candidatura era subdirectora do Instituto Nacional para a Reabilitação; o escritor, historiador e crítico de arte José Augusto-França, entre outros.

A primeira Bertrand, fundada por Pedro Faure em 1732, abriu portas na Rua Direita do Loreto, em Lisboa. Mais tarde, em 1755, quando já era o genro de Faure, Pierre Bertrand que dirigia a livraria foi instalar-se junto da Capela de Nossa Senhora das Necessidades por causa do Grande Terramoto. Dezoito anos depois, em 1773, a Bertrand voltou a abrir as portas na já reconstruída baixa pombalina. No texto de José António Saraiva, “Bertrand – a história de uma editora” é-nos dito pelo historiador que a Bertrand teve 11 nomes e conheceu quatro moradas.


Notícia completa no Público

18 abril, 2011

Manet, inventeur du Moderne - Musée d'Orsay

Exposition Manet, inventeur du moderne
Musée d’Orsay - Paris
5 avril - 3 juillet 2011



Edouard Manet (1832-1883)
Amazone/l'été, 1882. Fondation Thyssen- Bornemisza, Madrid



Plus qu'une rétrospective monographique, Manet, inventeur du Moderne entend explorer et éclairer  la situation historique d'Edouard Manet (1832-1883), entre l'héritage réaffirmé du romantisme, l'impact de ses contemporains et le flux médiatique de son époque.
Moderne, Manet l'est situation historique d'Edouard Manet (1832-1883), entre l'héritage réaffirmé du romantisme, l'impact de ses contemporains encore en défiant les maîtres anciens, de Fra Angelico à Vélasquez. Cette exposition repense de même les multiples liens que le peintre a résolument noués ou dénoués avec la sphère publique et politique. Car la modernité est aussi affaire d'inscription, voire d'opposition. Le parcours s'attarde donc sur l'enseignement de Thomas Couture, l'impulsion de Baudelaire, la réforme de l'art religieux, l'imaginaire érotique, l'art du fragment(é), le rapport à la peinture féminine (Berthe Morisot, Eva Gonzalès), la tentation mondaine, son impressionnisme décalé comme sa complicité avec le Mallarmé le plus noir.





Bande annonce de l'exposition Manet au musée... por musee-orsay

16 abril, 2011

Dias da Música - CCB

 
15, 16 e 17 Abr 2011
DIAS DA MÚSICA EM BELÉM
DA EUROPA AO NOVO MUNDO 1883-1945  

LeV - Literatura em Viagem 2011


6ª edição do LEV - Literatura em Viagem, um festival internacional de literatura, que se irá realizar entre os dias 16 e 19 de Abril, na Biblioteca Municipal Florbela Espanca, em Matosinhos.

Ao longo de 4 dias, um vasto leque de iniciativas terá espaço e tempo, designadamente mesas-redondas, lançamentos de livros, exposições e concertos de música clássica.

12 abril, 2011

Arte Portuguesa do Século XIX (1850-1910) - MNAC


ARTE PORTUGUESA DO SÉCULO XIX (1850-1910)
MUSEU NACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA - MUSEU DO CHIADO 

CURADORIA DE MARIA DE AIRES SILVEIRA

07.04.2011 - 12.06.2011




José Malhoa 
(1855-1933)
Clara 
1903
óleo sobre tela
MNAC-Museu do Chiado, inv. 1604

Arte Portuguesa do Século XIX (1850-1910)
Arte Portuguesa do Século XIX (1850-1910) é a primeira de três grandes exposições que inauguram o ano do Centenário do Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, criado por decreto da República em 26 de Maio de 1911.
Perante a impossibilidade de revelar a verdadeira dimensão e a diversidade do acervo numa única exposição, optou-se por apresentar os três períodos da colecção (1850-1910, 1910-1960 e 1960-2011) em três momentos expositivos sucessivos, que cobrem toda a história da arte portuguesa, de 1850 até à actualidade. 
A primeira destas exposições corresponde ao núcleo fundador da colecção que, historicamente, antecede a criação do MNAC. Através de 100 obras fundamentais dos maiores artistas deste período, exploram-se as rupturas e permanências da arte portuguesa do século XIX (1850-1910), em seis núcleos temáticos que traduzem o espírito da geração romântica e as novidades das propostas naturalistas, entre a descoberta da luz e das atmosferas, a paisagem e os costumes, a afirmação da figura popular, o retrato, o intimismo e os simbolismos de finais de século. 
H.B.
ARTISTAS REPRESENTADOS
Simões de Almeida, Alfredo de Andrade, Tomás da Anunciação, Carlos de Bragança, José de Brito, António Carneiro, José Ferreira Chaves, Ernesto Condeixa, Luciano Freire, Adriano de Sousa Lopes, Teixeira Lopes, Alfredo Keil, Artur Loureiro, Miguel Ângelo Lupi, Duarte Faria e Maia, José Malhoa, Luís de Menezes, Francisco Metrass, Marques de Oliveira, António José Patrício, Columbano Bordalo Pinheiro, Sousa Pinto, Silva Porto, Henrique Pousão, António Ramalho, Carlos Reis, José Veloso Salgado, Francisco dos Santos, João Cristino da Silva, Aurélia de Sousa, Soares dos Reis, João Vaz.


10 abril, 2011

Mon Père est Femme de Ménage de Saphia Azzeddine


Réalisé par Saphia Azzeddine


Avec François Cluzet, Jérémie Duvall, Nanou Garcia, entre autres.

Genre : Comédie dramatique

Durée : 01h20min Année de production : 2010

Distributeur : ARP Sélection

04 abril, 2011

GOTAN PROJECT | TANGO 3.0 TOUR

Gotan Project Multimedia 1




"É já na próxima semana, dia 08 de Abril que os Gotan Project voltam a subir ao palco do Coliseu dos Recreios, para um espectáculo alucinante de música e audiovisual.

Tudo o que prometem é dar-nos o seu ritmo, próprio, único, intenso para dançar ao som tango electrónico.

Phillipe Cohen Solal, Eduardo Makaroff e Christoph H. Müller, estão já no seu sétimo álbum, dos quais La Revancha del Tango obteve maior sucesso, e trazem nos a Lisboa o TANGO 3.0.

O Tango 3.0 foi lançado em Abril de 2010 pela XL Recordings e possui como principais singles ‘Rayuela’ e ‘La Gloria’. Conta também com participações especiais e colaborações como a de Dr. John na ‘Tango Square’ ou o autor argentino Julio Cortázar em ‘Rayuela’.

Este álbum aparece depois de alguns rumores de que a banda iria acabar, e é a prova de que o "projecto Tango" não tem intenções de parar pois a receptividade por parte do público cresce dia a pós dia…"



in http://www.peventertainment.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=27691&eventoId=27932

02 abril, 2011

Exposition Odilon Redon au Grand Palais

 Grand Palais, Galeries Nationales, Paris
 23 mars - 20 juin 2011

Peintre de l’imaginaire et du subconscient, contemporain des impressionnistes, Odilon Redon (Bordeaux 1840 – Paris 1916) demeure un artiste à part.

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Odilon Redon (1840-1916)

Profil sur méandres rouges, pastel, vers 1900. Musée d’Orsay, Paris © service presse Rmn-Grand Palais / Hervé Lewandowski


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Odilon Redon (1840-1916)
Buste d’homme aux yeux clos, entouré de fleurs. Aquarelle et mine de plomb, vers 1905-1914 © service presse Rmn-Grand Palais / Michelle Bellot