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07 maio, 2013

Como uma Flor de Plástico na Montra de um Talho de Golgona Anghel





«Pouco depois da publicação do seu último livro de poesia, «Vim Porque me Pagavam», António Guerreiro escrevia no Expresso: «Diabólica e requintada, a poesia de Golgonha Anghel é uma máquina implacável de irrisão e uma festa da linguagem. […] Irrompe como um objeto intempestivo e sem igual na poesia portuguesa. […] Por aqui desfila a prosa do mundo, mas é sempre de viés que ela se apresenta, como que de passagem, já que o poema parece deslocar-se sempre noutra direção e apontar para outro lado. Não numa direção determinada nem para um lado preciso, mas num deslizar contínuo pelas palavras e pelas referências, sem se deter. E este movimento é estonteante, lúdico, faz de cada poema uma festa.»
O livro que agora se publica vem confirmar tudo o que foi dito, por vezes de modo surpreendente, e demonstrar a maturidade poética de Golgona Anghel, uma das vozes mais originais e consequentes da nova poesia portuguesa»
 
 
in Diário Digital
 
 
 
Golgona Anghel licenciou-se em Estudos Portugueses e Espanhóis na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde, também já  conclui o doutoramento em Literatura Portuguesa Contemporânea. Desde 2009, desenvolve a actividade de investigação no âmbito de um projecto de pós-doutoramento, na FCSH-UNL. Publicou vários livros de ensaio:
 . Eis-me acordado muito tempo depois de mim, uma biografia de Al Berto (Quasi Edições, 2006).
. Cronos decide morrer, viva Aiôn, Leituras do tempo em Al Berto (Língua Morta, 2013). 
. Edição diplomática dos Diários do poeta Al Berto (Assírio & Alvim, 2012).
.  Crematório Sentimental (Quasi Edições, 2007).
. Como Desaparecer (Diputación de Málaga, 2011).
.  Vim Porque me Pagavam (Mariposa Azual, 2011). 
. Como uma Flor de Plástico na Montra de um Talho.
 

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