MAR

MAR
Mostrar mensagens com a etiqueta Van Gogh. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Van Gogh. Mostrar todas as mensagens

09 setembro, 2013

Novo quadro de Van Gogh


                                                              Pôr-do-sol em Mont Majour


O Museu Van Gogh, em Amesterdão, revelou a identificação de um novo quadro do pintor holandês. A obra foi pintada na região de Arles, em França, onde Van Gogh tinha chegado no início de 1888.
 
Depois de um trabalho de investigação que durou dois anos, o Museu Van Gogh pôde agora assegurar a autenticidade desta obra que mede cerca de 1 x 1 metros e pertence a um coleccionador particular.
 
Na investigação que efectuaram sobre o quadro, os dois especialistas, Louis van Tilborgh e Teio Meedendorp, confirmaram a similitude dos pigmentos com os que o pintor usou noutros trabalhos feitos em Arles, na mesma altura – nomeadamente na pintura The Rocks.
 
O quadro vai  ser mostrado ao público a partir de 24 de Setembro, integrado na exposição Van Gogh at Work, que o Museu de Amesterdão tem patente desde Maio e até 12 de Janeiro de 2014.
 
 
 
 

20 março, 2012

Descoberto novo quadro de Van Gogh

Reprodução do quadro agora atribuído a Van Gogh 
                                 Reprodução do quadro agora atribuído a Van Gogh (Imagem: DR)


Foi acrescentado mais um quadro à obra de Vincent Van Gogh: “Natureza morta com flores do prado e rosas”, é uma pintura em óleo que foi feita por cima de uma outra, da autoria do artista, que representava dois homens praticando luta livre. As flores do prado e rosas de Van Gogh estarão expostas a partir desta terça-feira, primeiro dia da Primavera, na Holanda.

Notícia completa in Público

18 julho, 2010

Al Berto

Lírios de Van Gogh

No centro da cidade, um grito. Nele morrerei, escrevendo o que a vida me deixar e sei que cada palavra escrita é um dardo envenenado. Tem a dimensão de um túmulo e todos os teus gestos são uma sinalização em direcção à morte.
Mas hoje, ainda longe daquele grito, sento-me na fímbria do mar. Medito no meu regresso.
Possuo para sempre tudo o que perdi, e uma abelha pousa no azul do lírio, e no cardo que sobreviveu à geada.
Penso em ti...
Bebo, fumo, mantenho-me atento, absorto
– aqui sentado, junto à janela fechada.
Ouço-te ciciar amo-te pela primeira vez,
e na ténue luminosidade que se recolhe ao horizonte acaba o corpo.
Recolho o mel, guardo a alegria, e digo baixinho:
Apaga as estrelas,
vem dormir comigo no esplendor da noite do mundo que nos foge.


Al Berto, in Lunário