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20 outubro, 2019

A Angústia do Guarda-Redes antes do Penalty, de Peter Handke




SINOPSE

Neste livro, em que a angústia causada pelo penalty é um metáfora da vida, aspecto sublinhado no filme sobre ele feito por Wim Wenders, Peter Handke fala-nos de um amigo guarda-redes que depois de ser despedido do emprego assassina uma mulher sua ocasional amante e deambula num mundo que parece ter perdido todo o sentido.

OPINIÃO

O livro A Angústia do Guarda-Redes Antes do Penalty, do escritor austríaco Peter Handke (Prémio Nobel da Literatura 2019), adaptado ao cinema pelo alemão Wim Wenders, é uma metáfora da vida. 

A narrativa retrata Joseph Bloch, um canalizador que antes tinha sido um famoso guarda-redes. No dia em que é despedido do seu emprego, Bloch sai de casa e começa a deambular pela cidade. Uma angústia existencial instala-se nele e passa a ter uma vida sem sentido. Porém, a sua errância vai transformar-se em fuga devido ao assassínio que cometeu. 

Peter Handke desenvolve a sua trama descrevendo simplesmente os factos e gestos do personagem. Sem intriga, apenas errância e ambiguidade. Trata-se de um texto minimalista, com uma escrita cinematográfica, frases simples e curtas, alguns diálogos muito curtos e, por vezes, sem sentido. 

“Porque é que ele estava sempre a sentar-se, a levantar-se, a sair, a andar por ali, a voltar? perguntou a locatária.” (p. 43) 

O leitor não compreende muito bem o que leva Bloch a agir desta forma. O despedimento? O assassínio? Nada sabemos do seu passado, nada nos diz sobre a sua atitude, nem os raros pensamentos nos elucidam. Bloch tem um comportamento alienado e, gradualmente, à medida que a sua doença avança, vai perdendo consciência da realidade. 

“De novo sozinho no quarto encontrou tudo mudado. (…) Sentou-se em cima da cama: ainda mesmo agora a cadeira estava à direita dele, e neste momento estava à esquerda. Estaria a imagem do avesso? Olhou da esquerda para a direita, depois da direita para a esquerda. Repetiu o movimento dos olhos da esquerda para a direita e este olhar pareceu-lhe uma leitura.” (p.94) 

A sua angústia surge da distorção do real, da desordem emocional. Poder-se-á concluir que Bloch sofre de esquizofrenia? 

É na parte final que Peter Handke coloca Bloch a assistir a um jogo de futebol e obviamente descreve a atitude do guarda-redes perante um penalty. 

“É cómico ver o guarda-redes assim, sem a bola, a correr de um lado para o outro à espera da bola” disse ele (Bloch). 

Angústia, ansiedade, sucesso e derrota são emoções comuns à vida e ao futebol.




10 outubro, 2019

Afonso Reis Cabral vence Prémio José Saramago 2019



                                                                    créditos SIC Notícias (net)

Afonso Reis Cabral venceu o Prémio Literário José Saramago. O anúncio foi feito no dia 8 pela presidente do júri, Guilhermina Gomes, na sede da Fundação José Saramago, na Casa dos Bicos, em Lisboa.
O escritor de 29 anos foi distinguido com o romance Pão de Açúcar que retrata a vida de Gisberta, uma transexual que foi assassinada na cidade do Porto, em 2006.

O Prémio José Saramago é atribuído pela Fundação Círculo de Leitores, a cada dois anos, a jovens autores com idade não superior a 35 anos, que escrevam uma obra literária em língua portuguesa.

28 junho, 2019

Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores





A escritora Hélia Correia foi a grande vencedora  da 37.ª edição do Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores (APE), pela obra Um Bailarino na Batalha

O júri constituído por José Manuel de Vasconcelos,  Clara Rocha, Cristina Robalo Cordeiro, Fernando Pinto do Amaral, Maria de Lurdes Sampaio e Salvato Teles de Menezes, deliberou, por unanimidade, atribuir o prémio à autora. 

 O Prémio já foi atribuído a 31 autores, tendo-o obtido por duas vezes os escritores, Vergílio Ferreira, António Lobo Antunes, Mário Cláudio, Agustina Bessa-Luís, Maria Gabriela Llansol e Ana Margarida de Carvalho.


23 outubro, 2017

Os Despojos do Dia de Kazuo Ishiguro





Os Despojos do Dia, de Kazuo Ishiguro, é um romance magnífico sobre um mordomo digno e responsável que dedicou a sua vida a servir cavalheiros importantes, na mansão Darlington Hall. Durante uma viagem de seis dias sugerida pelo seu novo patrão, Stevens, o mordomo, escolhe cuidadosamente o seu percurso e decide visitar uma governanta que trabalhou sob a sua administração e que deixou Darlington Hall para se casar. Ao longo desta viagem, Stevens recorda com saudade as suas escolhas pessoais e profissionais. Percebe-se que a personagem foi exemplar no seu trabalho, mas revela ter dificuldade em expressar sentimentos. Quando reencontra Miss Kenton, entende que o tempo passou e que nada pode fazer para alterar o rumo da sua vida. 

Numa dessas recordações, Stevens afirma “Este patrão personifica tudo quanto considero nobre e admirável. Doravante dedicar-me-ei a servi-lo”. Este pensamento define muito bem a forma de pensar e de ser deste mordomo. 

Recomendo vivamente a leitura.

Kazuo Ishiguro foi nomeado Prémio Nobel da Literatura, 2017



20 outubro, 2017

João Pinto Coelho vence prémio Leya 2017





João Pinto Coelho venceu o prémio Leya 2017 com o romance Os Loucos da Rua Mazur. Em 2014, o autor foi finalista, deste prémio com o grande romance Perguntem a Sarah Gross.

"É um livro muito bem escrito, com muita força", disse Manuel Alegre sobre o livro que aborda a temática do extermínio dos judeus, acrescentando que o romance tem "personagens fortíssimas".


Dos 400 originais que foram apresentados a concurso, o júri selecionou cinco finalistas.

O Prémio Leya, no valor de 100 mil euros, foi criado em 2008 com o objetivo de distinguir um romance inédito escrito em português.

É o maior prémio para uma obra inédita escrita em língua portuguesa. 






Ana Margarida Carvalho vence Grande Prémio da APE



Ana Margarida Carvalho venceu mais uma vez o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores (APE) com a obra Não se Pode Morar nos Olhos de Um Gato.



Em 2013, vencera como seu primeiro livro Que Importa a Fúria do Mar.

Desde que foi instituído em 1982, o prémio de 15 mil euros já foi atribuído a 29 autores, sendo que seis já o receberam duas vezes: Ana Margarida Carvalho, Vergílio Ferreira, Agustina Bessa-Luís, António Lobo Antunes, Maria Gabriela Llansol e Mário Cláudio.




 

15 outubro, 2016

Bob Dylan Prémio Nobel da Literatura 2016




Bob Dylan é o vencedor do prémio Nobel da Literatura 2016, “por ter criado novas expressões poéticas na tradição da canção americana”. 

O anúncio foi feito  pela Academia Sueca, em Estocolmo. “É um poeta maravilhoso”, justificou a secretária permanente Sara Danius. É a primeira vez que o Nobel é entregue a um compositor, “que pode e deve ser lido”, para além de escutado.

Em 1971, publicou um livro Tarantula e é um misto de  prosa e poesia. 
Encontra-se traduzido para português pela já extinta Quasi Edições. 

Mas o seu livro mais popula é  Crónicas: Volume 1, lançado em 2004, editado, em Portugal, pela  Ulisseia
É através destas páginas que ficamos a saber que Robert Allen Zimmerman, nascido a 24 de maio de 1941, no Estado americano do Minnesota, numa América onde a segregação racial era a realidade do dia-a-dia, começou a escrever poemas com dez anos de idade. E que aprendeu sozinho a tocar piano e guitarra.



In, Observador (adapatado)

31 maio, 2016

Raduan Nassar é o vencedor do Prémio Camões 2016



O Prémio Camões 2016 foi esta segunda-feira atribuído por unanimidade ao escritor Raduan Nassar, de 80 anos, o 12.º brasileiro a receber aquele que é considerado o mais importante prémio literário destinado a autores de língua portuguesa. O júri sublinhou "a extraordinária qualidade da sua linguagem" e a "força poética da sua prosa".

"Através da ficção, o autor revela, no universo da sua obra, a complexidade das relações humanas em planos dificilmente acessíveis a outros modos do discurso", justificou o júri, acrescentando que "muitas vezes essa revelação é agreste e incómoda, e não é raro que aborde temas considerados tabu". O júri realçou ainda "o uso rigoroso de uma linguagem cuja plasticidade se imprime em diferentes registos discursivos verificáveis numa obra que privilegia a densidade acima da extensão".

Com apenas três livros publicados – os romances Lavoura Arcaica (1975) e Um Copo de Cólera (1978) e o livro de contos Menina a Caminho (1994) –, a exiguidade da obra não impede que Raduan Nassar seja há muito considerado pela crítica um dos grandes nomes da literatura brasileira, ao nível de um Guimarães Rosa ou de uma Clarice Lispector.


 
Notícia completa em Público.pt

08 outubro, 2015

Prémio Nobel da Literatura 2015



A jornalista bielorrussa tem 22 obras publicadas, mas em Portugal só há um livro publicado. Trata-se de O Fim do Homem Soviético – Um Tempo de Desencanto, editado pela Porto Editora. 


Svetlana, de 67 anos, é a 14.ª mulher a ganhar um Nobel da Literatura e foi distinguida "pela sua escrita polifónica, um monumento ao sofrimento e coragem do nosso tempo".





06 outubro, 2015

Lídia Jorge vence prémio Urbano Tavares Rodrigues de 2015





A escritora Lídia Jorge venceu o prémio Urbano Tavares Rodrigues, com o romance Os Memoráveis, Este galardão, instituído pela  Fenprof,  assinala o Dia Mundial do Professor.

O prémio foi atribuído por unanimidade pelo júri - os escritores e professores Teresa Martins Marques, José Manuel Mendes e Paulo Sucena - à obra publicada em 2014.

01 julho, 2015

Hélia Correia vence Prémio Camões 2015






O Prémio Camões 2015 foi atribuído por unanimidade à escritora Hélia Correia.

"Ideia fundamental dos romances de Hélia Correia desde A Casa Eterna: a vida só tem sentido se transformada em arte. Hoje, dia 18 de Junho de 2015, a arte tranformou-se em Prémio Camões, justamente o grande autor português que escrevia os seus poemas com o corpo todo, queimando od dedos em cada verso." (Miguel Real, JL)

"A Hélia é um dos escritores que melhor trata a língua portuguesa, com uma obra muito diversificada – romance, poesia, obras dramáticas, contos, literatura infanto-juvenil". "O português dela é muito fecundo. Tem um estilo próprio, com uma grande precisão de linguagem. Cada frase tem o número exacto de sílabas. Ela leva o rigor da escrita a esse ponto". Além de que "consegue criar personagens muito originais que vão ficar na literatura portuguesa", refere Francisco Vale, editor da Relógio d'Água (edita a obra da escritora desde 1983).

_____________


I
Epidauro


Contra o céu de Epidauro, enquanto o grito
Dos pássaros nocturnos fere o ar,
Eu, acordando, encontro o teu olhar,
Mais do que o céu sereno e infinito.

Sobre o calor das pedras eu repito
Aquele deslumbramento de acordar
Que alguma outra mulher, neste lugar,
Num outro tempo de palavras e mito

Junto ao corpo do amado conheceu,
Igual. Ou quase igual. Que um tal desejo
Essa outra mulher o não sentiu

Se o corpo onde acordou não era o teu.
Contra o céu de Epidauro acordo e vejo
O mais divino olhar que alguém já viu.


Hélia Correia, JL 24 junho 2015 (inédito)


                                            (Epidauro- 2006)

11 maio, 2015

Hélia Correia vence Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco





    


A escritora Hélia Correia venceu a 23.ª edição do Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco com a obra Vinte Degraus e Outros Contos que reúne onze contos.

Instituído em 1991, ao abrigo de um protocolo entre a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e a Associação Portuguesa de Escritores (APE), o Grande Prémio do Conto destina-se a galardoar uma obra em língua portuguesa de um autor português ou de um país africano de expressão portuguesa.

Esta 23.ª edição destinava-se a obras editadas em 2014.

Nascida em Lisboa, em 1949, Hélia Correia licenciou-se em Filologia Românica, foi professora de Português do Ensino Secundário, tendo também feito um curso de Pós-Graduação em Teatro Clássico.

Apesar do seu gosto pela poesia, é como ficcionista que é reconhecida como uma das revelações da novelística portuguesa da geração de 80.


in DN Artes  




27 fevereiro, 2015

Mais uma edição de Correntes d'Escritas




Fernando Echevarría foi o vencedor do Prémio Casino da Póvoa com o seu livro de poemas Categorias e Outras Paisagens.


O júri, composto por Afonso Cruz, Almeida Faria, Ana Paula Tavares, Maria Flor Pedroso e Valter Hugo Mãe, justificou a escolha com “o carácter monumental, impressionante pelo seu fôlego e constante equilíbrio de espessura poética”.  




26 novembro, 2014

Lídia Jorge distinguida com o Prémio Luso-Espanhol de Arte Cultura 2014





A escritora Lídia Jorge foi distinguida com o Prémio Luso-Espanhol de Arte Cultura 2014, atribuído pelo Ministério da Cultura espanhol e pela Secretaria de Estado da Cultura portuguesa.

Sabe-se que Lídia Jorge foi premiada por “criar uma relação e vínculo de união entre Portugal e Espanha através da sua contribuição para o conhecimento mútuo de ambos os países” mas também “pelo valor da sua obra literária, que aborda algumas das questões fundamentais do nosso tempo”.

O prémio foi atribuído por unanimidade por um júri composto por especialistas dos dois países.

O Prémio Luso-Espanhol de Arte Cultura bianual foi criado em 2006 pelas duas tutelas para premiar a obra de um artista na área da arte e cultura “que tenha contribuído para melhorar a comunicação e cooperação cultural entre Portugal e Espanha, reforçando os laços entre os dois países”, lê-se na nota da tutela portuguesa.

Ler mais em Público


09 novembro, 2014

Bruno Vieira Amaral vence Prémio Fernando Namora





O romance As Primeiras Coisas de Bruno Vieira Amaral é o vencedor da 17.ª edição do prémio literário Fernando Namora.

Bruno Vieira do Amaral venceu recentemente, com o mesmo livro,  o Prémio Pen Clube, na categoria narrativa, ex-aequo com Ana Luisa Amaral. Com esta obra de estreia na ficção, Bruno Vieira do Amaral já tinha vencido o prémio livro do ano da revista Time Out.

O júri do prémio Fernando Namora é constituído por Guilherme d'Oliveira Martins, presidente do Centro Nacional de Cultura; José Manuel Mendes, da Associação Portuguesa de Escritores; Manuel Frias Martins, da Associação dos Críticos Literários; Maria Carlos Loureiro, da Direcção-Geral do Livro, e Maria Alzira Seixo, Liberto Cruz e João Lobo Antunes como convidados e os elementos da Estoril Sol, Lima de Carvalho e Dinis de Abreu.

Entre os finalistas deste ano, Afonso Cruz foi selecionado pelo romance Para onde vão os guarda-chuvas, Ana Margarida de Carvalho por Que importa a fúria do mar, Ana Cristina Silva por A segunda morte de Anna Karénina, Luís Cardoso por O ano em que Pigafetta completou a circum-navegação e Nuno Júdice pelo romance A Implosão.




08 novembro, 2014

Prémios P.E.N. Clube






Os Prémios P.E.N. Clube distinguiram sete obras em quatro categorias. 

Na  área de Ensaio, o historiador Diogo Ramada Curto venceu com a obra “O que é a História”. 


Na área de Poesia, os vencedores foram Gastão Cruz, com o título “Fogo”, e Golgona Anghel, com o livro “Como uma Flor de Plástico na Montra de um Talho”, ambos editados pela Assírio & Alvim. Constituíram o júri, nesta categoria, João David Pinto-Correia, Fernando Martinho e Pedro Eiras.

Ana Luísa Amaral, com “Ara”, obra editada pela Sextante, e Bruno Vieira Amaral, com o romance  “As Primeiras Coisas”, editado pela Quetzal, venceram ex-aequo na categoria Narrativa. O júri desta categoria foi formado por Teresa Salema, Vítor Viçoso e Filipa Melo.

Também na categoria Primeira Obra, o Prémio é partilhado por dois autores, João Pedro Cachopo, pelo “Ensaio sobre o Pensamento Estético de Adorno”, publicado pela editora Vendaval, e Rosa Oliveira, pela obra “Cinza”, publicada pela Tinta-da-China. Os membros dos três júris das outras categorias, foram os jurados desta.

O P.E.N. (Poetas, Ensaístas, Novelistas) Clube foi constituído legalmente em Portugal em 1979, fazendo parte do P.E.N Club Internacional, que é a maior e a mais antiga organização de escritores do mundo, criada em 1921, por autores ingleses. O primeiro presidente da organização foi John Galsworthy, Prémio Nobel da Literatura em 1932.


in observador.pt



10 outubro, 2014

Patrick Modiano galardoado com Prémio Nobel da Literatura

Livros de Patrick Modiano expostos na Suécia, logo após o anúncio do Prêmio Nobel de Literatura Foto: JONATHAN NACKSTRAND / AFP



Vencedor do Prémio Nobel de Literatura 2014, Patrick Modiano é um dos autores mais populares da França. 


O primeiro livro de Modiano, La place de l'Etoile, foi lançado em 1968. Desde então,  tornou-se num dos autores mais populares de seu país natal, com obras sobre memória. Além do Nobel, Modiano venceu também o prestigioso Prix Goncourt, em 1978,  com o livro Rue des boutiques obscures e o Grand Prix du Roman, da Academia francesa, seis anos antes com Les Boulevards de ceinture. 

Modiano é o 11.º autor nascido em França a receber o Nobel da Literatura e o 15.º de nacionalidade francesa.


Obras publicadas


1968 : La Place de l’Étoile
1969 : La Ronde de nuit
1972 : Les Boulevards de ceinture
1975 : Villa triste
1977 : Livret de famille
1978 : Rue des boutiques obscures
1981 : Une jeunesse
1981 : Memory Lane (avec des dessins de Pierre Le-Tan)
1982 : De si braves garçons
1985 : Quartier perdu
1986 : Dimanches d'août
1986 : Une aventure de Choura (illustré par Dominique Zehrfuss)
1988 : Catherine Certitude (avec le dessinateur Sempé)
1988 : Remise de peine
1989 : Vestiaire de l'enfance
1990 : Voyage de noces
1991 : Fleurs de ruine
1992 : Un cirque passe
1993 : Chien de printemps
1996 : Du plus loin de l'oubli
1996 : Elle s'appelait Françoise
1997 : Dora Bruder
1999 : Des inconnues
2001 : La Petite Bijou
2003 : Accident nocturne
2005 : Un pedigree
2007 : Dans le café de la jeunesse perdue
2010 : L'Horizon
2012 : L'Herbe des nuits
2014 : Pour que tu ne te perdes pas dans le quartier





31 maio, 2014

Alberto da Costa e Silva é prémio Camões 2014






O poeta e historiador Alberto da Costa e Silva, de 83 anos, foi o escolhido do júri para o Prémio Camões 2014, a distinção mais importante da criação literária em língua portuguesa. 

"A obra de Alberto da Costa e Silva é também uma contribuição notável na construção de pontes entre países e povos de língua portuguesa", disse Affonso Romano de Sant’Anna, presidente do júri. 

21 maio, 2014

Quino galardoado com o prémio "Príncipe das Astúrias"






Quino, Salvador Lavado Tejón, criador da personagem Mafalda, foi distinguido com o prémio "Príncipe das Astúrias de Comunicação e Humanidades 2014". A sua personagem, Mafalda, é conhecida mundialmente.

o júri referiu que "a obra de Quino tem um enorme valor educativo e foi traduzida para muitas línguas, o que revela sua dimensão universal. Os seus personagens transcendem qualquer geografia, idade e condição social".

O diretor do Instituto Cervantes e presidente do júri, Víctor García de la Concha relembrou o aniversário de 50 anos da criação de Mafalda, e elogiou o cartunista pela combinação de sabedoria nas tiras e histórias, com a simplicidade. 

A primeira vez em que Mafalda foi publicada, ainda como tira, foi em 29 de setembro de 1964, na revista Primera Plana, de Buenos Aires, expandindo-se e sendo traduzida em várias línguas posteriormente.






06 maio, 2014

Para onde Vão os Guarda-chuvas vence Prémio Autores para Melhor Livro de Ficção Narrativa



Para Onde Vão os Guarda-Chuvas



A obra de Afonso Cruz recebe a distinção na categoria Literatura, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA). A entrega do prémio decorre no dia 8 de maio, pelas 18.00, no Salão Nobre dos Paços do Conselho da Câmara Municipal de Lisboa.

A Rocha Branca, de Fernando Campos, e No Labirinto de Centauro, de Rui Vieira, estavam também nomeados para o prémio de Melhor Livro de Ficção Narrativa.Irmão Lobo, de Carla Maia de Almeida, foi nomeado para Melhor Livro Infantojuvenil.

Em 2011, Afonso Cruz conquistou o prémio Autores SPA/RTP com o livro A Contradição Humana.