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27 fevereiro, 2013

Marc Chagall au musée du Luxembourg



Chagall entre Guerre et Paix
27 février 2013/21 juillet 2013
 
 
Marc Chagall peignant 1938-1944 © Archives Marc et Ida Chagall, Paris
© ADAGP, Paris 2013 / CHAGALL ®
 
 
 
Chagall meurt en 1985, presque centenaire. Il a traversé le XXe siècle, connu une révolution, deux guerres et l’exil.
Autant d’expériences qui sont venues renouveler son approche artistique, se conjuguant aux grands thèmes fondateurs qu’il revisite inlassablement : sa ville natale de Vitebsk, la tradition juive, la Bible, le couple, la famille et le cirque.
 

Un Russe à Paris
Après avoir étudié les Beaux-Arts en Russie, Chagall part s’installer à Paris en 1911. Dès son arrivée, il fait la connaissance d’écrivains, poètes, artistes qui peuplent « La Ruche ». Cette cité d’artistes située dans le XVe arrondissement de la capitale compte une centaine d’ateliers où vivent des artistes de toutes nationalités : Soutine, Archipenko, Zadkine, Léger, Delaunay...

A cette époque, le jeune peintre est fasciné par la lumière de la capitale des arts mais surtout par les peintres d’avant-garde qui y vivent. A propos de Paris, Chagall déclare « Il me semblait et il me semble jusqu’à présent qu’il n’y a pas de plus grande révolution de l’œil que celle que j’ai rencontrée, à mon arrivée à Paris».
 
 

23 fevereiro, 2013

Arte Portuguesa 1850 - 1975, MNAC

Cabeça - Óleo sobre cartão
MNAC-Museu do Chiado, inv.1546-B



As coleções permanentes do Museu Nacional de Arte Contemporânea documentam a produção artística em Portugal entre 1850 e a atualidade, sendo o mais importante acervo no que diz respeito à Arte Moderna e Contemporânea pertencente ao Estado.
 
A evidente exiguidade das salas de exposição obrigou a uma seleção pequena e rigorosa de cerca de 100 obras, datadas entre 1850 e 1975, dispostas por cronologias e principais tendências artísticas de cada período.
 
As obras entre 1975 e a atualidade serão apresentadas em exposições temporárias, organizadas segundo diferentes temas e ideias que as percorrem transversalmente.
 

                                             

01 fevereiro, 2013

"Os desastres da guerra" de Graça Morais


Exposição Graça Morais
Série Sombras do Medo 2012 Pastel e carvão sobre papel 111,3 x 75,8cm
 
 
1 Fevereiro 2013 a 14 Abril 2013
 
Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva, Lisboa
Entrada: 4€ (Domingo grátis para menores de 14 anos)

 
Em “Os Desastres da Guerra”, a pintora Graça Morais mostra os seus retratos da crise que Portugal está a viver. A exposição apresenta cerca de 40 pinturas e desenhos e é comissariada por João Pinharanda.
 
 
Exposição Graça Morais 
A Caminhada do Medo IV, 2011
                              pastel e carvão sobre papel                                     
150 x 111 cm
Col. Graça Morais


Exposição Graça Morais

Série A Caminhada do Medo I, 2011
carvão e pastel sobre papel
114 x 200 cm
Col. particular
 
 

24 novembro, 2012

Dalí au centre Pompidou






Du mercredi 21 novembre 2012 au lundi 25 mars 2013
 
Disparu en 1989, le peintre et sculpteur Salvador Dali a marqué l'histoire de l'art du XXe siècle. De nationalité espagnole, Salvador Dali était un artiste aux idées contre-révolutionnaires et qui a su surprendre le monde avec ses sujets extravagants.

Cette exposition, consacrée à l'univers du peintre, sculpteur et scénariste surréaliste espagnol, vous invite à découvrir les œuvres de
Dali. 

Crédit : Centre Pompidou, 2012 Exposition Salvador Dali © Hervé Véronèse
 
EN IMAGES - Dali au Centre Pompidou
                       Crédit : Centre Pompidou, 2012 Exposition Salvador Dali © Hervé Véronèse
 
 
EN IMAGES - Dali au Centre Pompidou
                Crédit : © Salvador Dali, Fundació Gala-Salvador Dali, ADAGP, Figueres, Paris 2012

12 novembro, 2012

Mapas e o Espírito da Oliveira - Graça Morais


Data:10 de Novembro 2012 a 06 de Janeiro 2013
Promotor:Câmara Municipal de Bragança | Centro de Arte Contemporânea Graça Morais
Local:Centro de Arte Contemporânea Graça Morais
 
 
 
"(...)A composição é livre, esbatem-se lógicas ao ponto de misturar universos e espaços temporais muito distintos. Simultaneamente as suas linhas de desenho deixam uma forte impressão de independência em relação ao suporte, isto é, como se fossem inteiramente autónomas e não precisassem da tela para existirem. Na maioria dos trabalhos domina a sobreposição de imagens, mas é também comum a ausência do limite dos desenhos, isto como se tivessem sido abruptamente interrompidos ou suprimidos a um todo, como se tivessem uma continuidade para além dos limites da tela, desafiando o espectador a continuá-los ou a conclui-los.
Numa reinvenção das formas, Graça Morais associa simultaneamente no mesmo plano referentes reais a figuras do fantástico, justapõe planos, faz alusões à mitologia grega ou a cenas medievais, originando o reencontro da ancestralidade com a atualidade, do real tradicional com o fantástico erudito."
 
Comissariado: Jorge da Costa

in CACGM






25 outubro, 2012

As Idades do Mar - Exposição no Museu Calouste Gulbenkian

A Evasão de Rochefort, 1881 - Édouard MANET (1832-1883) | Paris, musée d’Orsay © 2012.
White Images/Scala, Florence
Óleo sobre tela 80 x 73 cm Paris, Musée d’Orsay Inv. RF 1984-158

 

Figura de Branco, Biarritz, 1906 | Joaquín SOROLLA BASTIDA (1863-1923).
Óleo sobre tela 63 x 91,5 cm Museo Sorolla, Madrid n.º inv. 773

As Idades do Mar

Museu Calouste Gulbenkian
 26 outubro 2012 - 27 janeiro 2013    

O mar é o tema central da exposição que o Museu Calouste Gulbenkian vai apresentar a partir do dia 26 de outubro, na Galeria de Exposições Temporárias da Fundação. Em exposição vão estar mais de uma centena de obras, dos séculos XVI ao XX, provenientes de 51 instituições nacionais e estrangeiras, com o apoio excecional do Museu d’Orsay.



Van Goyen, Lorrain, Turner, Constable, Friedrich, Courbet, Boudin, Manet, Monet, Signac, Fattori, Sorolla, Klee, De Chirico, Hopper, são alguns dos 89 autores presentes na exposição com obras de superior qualidade. Também a pintura portuguesa, através de Henrique Pousão, Amadeo de Souza-Cardoso, João Vaz, Maria Helena Vieira da Silva e Menez, entre outros, contribuirá para esta abordagem exaustiva e por vezes inesperada de um motivo tão fascinante – e simultaneamente com especial significado na história e cultura portuguesas.
 
Mais informação em FCG

09 outubro, 2012

Edward Hopper (1882-1967) au Grand Palais




Edward Hopper, Nighthawks, 1942, Chicago, The Art Institute of Chicago, Friends of American Art Collection
        © The Art Institute of Chicago



Edward Hopper, Chop suey Collection de Barney A. Ebsworth
© Collection particulière




Grand Palais du 10 octobre 2012 au 28 janvier 2013
 

Cette rétrospective est la plus grande exposition parisienne du peintre américain organisée à Paris. 164 œuvres dont 128 peintures, aquarelles, gravures et illustrations, et certains de ses chefs-d’œuvre comme le fameux bar avec ses « oiseaux de nuits ». 55 tableaux sur la centaine qu'il a peints pendant sa période de maturité.
 

 
Les peintures d’Edward Hopper ont la simplicité trompeuse des mythes, l’évidence des images d’Epinal. Chacune d’elles est un condensé des savoirs hypothétiques, des rêves que nous inspire l’Amérique. Expression des sentiments les plus poignants, ou pures constructions mentales, ces peintures donnent lieu aux interprétations les plus contradictoires.
Romantique, réaliste, symboliste, et même formaliste, Hopper a été enrôlé tour à tour sous toutes les bannières. C’est cette complexité, signe de la richesse de cette oeuvre que s’efforce d’éclairer cette exposition.
Conçue chronologiquement, elle se compose de deux grandes parties : la première, consacrée aux années de formation, rapproche les œuvres de Hopper de celles de ses contemporains et de celles, découvertes à Paris, qui ont pu l’inspirer. La seconde partie à l’art de la maturité, des premières peintures emblématiques de son style personnel à ses œuvres ultimes.
 
Commissaire
Didier Ottinger, directeur adjoint du MNAM – Centre Pompidou
 
 
 


 
 

01 outubro, 2012

Hélio Oiticica - Museu é o Mundo



Hélio Oiticica morreu em 1980 com 42 anos.


Museu Colecção Berardo
Centro Cultural de Belém
21.09.2012 - 06.01.2013
 
 
No âmbito do Ano do Brasil em Portugal, o Museu Colecção Berardo dedica uma exposição à obra de Hélio Oiticica (1937-1980). O artista plástico brasileiro é considerado um dos artistas mais revolucionários do sec.XX e é cconhecido pelas suas criações inovadoras intituladas, por ele, como “arte amiga do ambiente”.
A exposição intitulada “Museu é o Mundo”, com curadoria de Fernando Cocchiarle e César Oiticica Filho (sobrinho do artista), abrange todos os períodos da sua produção, e inclui cerca de 117 obras, filmes, fotografias e documentos de grande interesse e actualidade, que serão apresentados cronologicamente, começando com o Grupo Frente, Metaesquemas, Pinturas Brancas, Bilaterais, Relevos Espaciais, Penetráveis, Bólides, Parangolés e Cosmococas.
 
 
Parangolé1- P25 Capa 21 -Xoxoba- 1968 Fotografia: César Oiticica Filho
 

23 setembro, 2012

Paulo Nozolino no BES Arte & Finança

 
 
 
Europa, 1993-2003, Paulo Nozolino 

 
Usura
 20 de setembro 2012 a 4 de janeiro de 2013
 BES Arte e Finança, em Lisboa

Usura é o título da próxima exposição de Paulo Nozolino, que será inaugurada no dia 20 de Setembro no espaço BES Arte e Finança, em Lisboa. O nome (inspirado no canto XLV do poeta Ezra Pound, litania crítica dos ganhos provenientes dos juros), a sala escolhida (ligada a um banco) e a profunda crise económico-financeira que hoje atinge Portugal e a Europa podiam fazer antever uma mostra em tom amargo. Contudo, a intenção de Usura é mais profunda e procurará apelar "à memória dentro da actualidade e à compreensão da actualidade dentro da História". Os nove trípticos escolhidos com o comissário Sérgio Mah abordam acontecimentos fracturantes do século XX, num vasto comentário visual sobre "a infâmia" de certos "desvios traumáticos da Humanidade no decurso da modernidade capitalista" (Auschwitz, o declínio da Europa, o 11 de Setembro...). Motivado por uma abordagem que procura relacionar (confrontar, justapor) imagens, Nozolino recupera ainda conjuntos mais difíceis de situar no tempo e no espaço, relativos ao desaparecimento do mundo rural, à religião, à morte e à imigração. Para um fotógrafo que construiu obra sobretudo a partir de imagens únicas, esta exposição é particularmente relevante pelo facto de reunir pela primeira vez quase todos os seus trípticos, que começaram a ganhar forma em 1999, com Untitled, Blodelsheim. Este momento, marca, aliás, uma viragem na maneira como passa a encarar a exposição do seu trabalho, mais interessada em potenciar a observação relacional e estimular uma consciência crítica a partir de um movimento dialéctico entre imagens".

in Jornal Público, suplemento Ipsilon
(Quase) todos os trípticos de Nozolino
08.08.2012 - Sérgio B. Gomes

 
 
 
 

19 agosto, 2012

A Noiva no 104, em Paris


                                   Joana Vasconcelos au 104© - 2012 / Christine Siméone


O 104, em Paris, expõe a obra principal de Joana Vasconcelos. Recusada para a exposição de Versailles, A Noiva (lustre de 25000 tampões higiénicos) pode ser vista até ao dia 18 de setembro.

Atualmente, Joana Vasconcelos tem em exposição 17 obras no Palácio de Versalhes, em Paris, e “A Noiva” foi recusada pela organização com a justificação de que não se adequava ao espaço.

No entanto, a artista foi convidada a expor a peça no centro cultural Centquatre, também em Paris, cuja programação inclui exposições e espectáculos de teatro, música e dança.

24 julho, 2012

Corto Maltese: Viagem à Aventura, em Evora


Fórum Eugénio de Almeida
 25 de julho - 2 de dezembro de 2012

51 obras de Hugo Pratt, desde aguarelas  a tinta da china e guache, que retratam uma das muitas viagens da personagem de banda desenhada Corto Maltese, é apresentada em Évora na Fundação Eugénio de Almeida. A mostra apresenta viagens de Corto Maltese de Veneza a África, de Samarcanda à Polinésia, do Caribe à ilha de Escondida.

Corto Maltese chega a Évora quando se assinalam os 45 anos da criação do personagem de Pratt.

09 julho, 2012

A Dama Pé de Cabra de Paula Rego e Adriana Molder

Fotos retiradas do site cm-cascais

7 de julho a 28 de outubro
Diariamente das 10h às 19h00
Casa das Histórias Paula Rego, Cascais

Sob inspiração direta da narrativa histórica de Alexandre Herculano, A Dama Pé de Cabra, as duas artistas conceberam, em simultâneo, um conjunto de trabalhos autónomos, de grandes formatos, para serem expostos Casa das Histórias Paula Rego.

Paula Rego (n. 1935) desenvolve neste novo ciclo de trabalhos um fulgor imagético e narrativo que a lenda lhe inspira, em total liberdade de traço e composição.

Adriana Molder (n.1975) artista portuguesa, residente em Berlim, responsável pelo conceito subjacente a este projecto e pelo desafio lançado a Paula Rego, tem desenvolvido na sua obra uma linguagem plástica de matriz figurativa com assinalável sucesso internacional. Nos desenhos que agora apresenta, constrói imagens poderosas de síntese psicológica e narrativa dos vários personagens selecionados.

14 junho, 2012

Joana Vasconcelos - Versailles (Paris)

Marilyn, 2011
Photomontage © Château de Versailles / DMF, Lisbon

 
Mary Poppins, 2010
Photomontage © Château de Versailles / Peter Mallet / Courtesy Haunch of Venison, Londres

Coração Independente Vermelho [Coeur Indépendant Rouge], 2005
Photomontage © Château de Versailles / DMF, Lisbon / Courtesy Atelier Joana Vasconcelos


Consultar site oficial

07 junho, 2012

Petit Gâteau de Joana Vasconcelos - Gulbenkian à Paris


du 21 juin au 29 septembre 2012

Entrée libre.
Séduisant, au même titre que les stratégies de conquête qui régissent l'époque contemporaine, Petit Gâteau se présente sous forme d'un immense cupcake construit à partir de l'empilement de diverses couches de moules à sable. Le gigantisme et la bigarrure de l'œuvre captent aussitôt l'attention du public sans laisser deviner le vide sous-jacent des volumes. Même la nourriture n'échappe pas à l'insolence des stratégies de séduction actuelles qui ne font que compenser, par une apparence exubérante, un manque d'essence.
Cette pièce est exposée dans le jardin de la Délégation en France de la Fondation Calouste Gulbenkian.

Photo © DMF, Lisboa // Courtoisie
Atelier Joana Vasconcelos


31 março, 2012

Joana Vasconcelos à Versailles

Joana Vasconcelos, artiste portugaise née à Paris, sera la première de son genre à investir Versailles. (Photo François Bouchon/ Le Figaro)
Joana Vasconcelos, artiste portugaise née à Paris, sera la première de son genre à investir Versailles. (Photo François Bouchon/ Le Figaro) Crédits photo : FRANCOIS BOUCHON/FRANCOIS BOUCHON


Joana Vasconcelos, dans la Chambre de Reine, à Versailles. (Photo François Bouchon/ Le Figaro)

Joana Vasconcelos, dans la Chambre de Reine, à Versailles. (Photo François Bouchon/ Le Figaro) 
Crédits photo : FRANCOIS BOUCHON/FRANCOIS BOUCHON



Du 19 juin au 30 septembre, Joana Vasconcelos sera la première femme à exposer dans les appartements royaux, après une lignée d'artistes mâles, Jeff Koons, Xavier Veilhan et Takashi Murakami. Programme et portrait.


Pour qui ne connaît pas encore Joana Vasconcelos, artiste de Lisbonne mais née à Paris en 1971, la rencontre au Château de Versailles risque d'être aussi détonnante que détonante.

in, Le Figaro

27 fevereiro, 2012

06.Noite BTL - MNAA



Por ocasião da BTL (Bolsa de Turismo de Lisboa, a decorrer na FIL), e com o apoio dos Hotéis Heritage Lisboa, o MNAA-Museu Nacional de Arte Antiga organiza um programa especial na noite de quarta-feira, 29 de Fevereiro.


Com entrada livre, entre as 18h00 e até às 23h00 é possível percorrer as várias salas do Museu e admirar as mais de 4 mil peças expostas, descobrir as exposições temporárias, “Cuerpos de Dolor. A Imagem do Sagrado na Escultura Espanhola (1500-1750)” e “Tempo de Heróis. Sequeira e a Alegoria Política (desenhos)”, participar num interessante programa de visitas orientadas e jantar no restaurante do Museu.


14 fevereiro, 2012

"Lugares Silenciosos" Fotografia de Fabrice Ziegler



CAS - Foyer -1

4 de fevereiro a 4 de março 
Todos dos dias, 14h00-20h00 

As paisagens da Islândia numa exposição em que o homem se confronta com o meio natural 


O silêncio que envolve as paisagens do fotógrafo francês Fabrice Ziegler é uma paragem no tempo, a procura de um refúgio num território onde o homem tem de negociar o seu lugar. São visões que questionam a nossa existência e obrigam a reflexão e introspeção. Nesse território de beleza selvagem, o observador olha sobre si mesmo, silencioso e solitário. Todos os passos conduzem a si próprio. Toda a meditação inspirada na contemplação se centra em si. A natureza primordial oferece ao contemplador o encontro consigo mesmo. Nos lugares retratados nesta exposição, que parecem estar a nascer, estamos perante uma virgindade onde o homem surge antes do tempo. As referências usuais não têm expressão. Nesta natureza, o observador pode questionar o espaço do homem, o seu significado, e talvez duvidar da sua importância. A Islândia foi, para o autor, uma terra de reencontro e um lugar de questionamento, onde pela primeira vez sentiu o relativo significado que a espécie humana pode representar na ordem natural.


Fotografia e informação retiradas do site CAS

"Lava Walks" Fotografia de Teresa Huertas


CAS - Foyer -1 
 4 de fevereiro a 4 de março 
 Todos dos dias, 14h00-20h00 


“Lava Walks” é um trabalho fotográfico sobre a experiência humana e mítica do lugar. Num território marcado pela vastidão, intensidade e grandes contrastes, Teresa Huertas utiliza o seu corpo enquanto instrumento performativo e como interlocutor com as muitas facetas do género artístico da paisagem. A natureza fotográfica da paisagem tem sido utilizada em experimentações muito diversas, desde o documental e científico ao domínio da manipulação dos territórios do natural enquanto suporte para uma intervenção artística. Neste conjunto de trabalhos, que tomam como metodologia o conceito de série, Teresa Huertas evoca algumas das noções históricas do ideal estético da paisagem e a sua relação com o sujeito contemplativo, como no ideal romântico, mas repensa este legado ao introduzir a presença humana enquanto modelo operativo com o cenário natural. O poder realista e documental da fotografia de natureza, género inscrito na história do meio, é desafiado nas suas potencialidades até simular um território estético bastante ambivalente que deambula entre o hiper-realismo e a exploração poética e ilusória da paisagem. A exposição tem curadoria de Emília Tavares.

Fotografia e informação retiradas do site do CAS

07 fevereiro, 2012

Doisneau, Paris les Halles

crédits : © Atelier Robert Doisneau

crédits : © Atelier Robert Doisneau

Hôtel de Ville
Du 8 février au 28 avril 2012
Tous les jours sauf dimanches et fêtes de 10h à 19h. Dernier accès à 18h30.
Salon d'accueil de la Mairie de Paris

En 1933, Robert Doisneau prend sa première photo dans le quartier des Halles. Amoureux de ce "ventre de Paris", le photographe fixera sur le négatif les évolutions et les nouveautés du quartier.

L'exposition

Parmi les nombreuses photographies que Robert Doisneau a consacrées au quartier des Halles de 1933 à sa mort, 150 tirages, pour la plupart vintages, seront présentés au public. Une salle consacrée aux photographies en couleur des années 1960, permettra de porter un regard nouveau à la fois sur les Halles et sur l’oeuvre du photographe. 

Pour ceux qui n’ont pas connu « le trou des Halles » ou encore les pavillons Baltard, l'exposition montre la vie, la couleur et le caractère du quartier entre les années 30 et les années 70.