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26 novembro, 2014

Lídia Jorge distinguida com o Prémio Luso-Espanhol de Arte Cultura 2014





A escritora Lídia Jorge foi distinguida com o Prémio Luso-Espanhol de Arte Cultura 2014, atribuído pelo Ministério da Cultura espanhol e pela Secretaria de Estado da Cultura portuguesa.

Sabe-se que Lídia Jorge foi premiada por “criar uma relação e vínculo de união entre Portugal e Espanha através da sua contribuição para o conhecimento mútuo de ambos os países” mas também “pelo valor da sua obra literária, que aborda algumas das questões fundamentais do nosso tempo”.

O prémio foi atribuído por unanimidade por um júri composto por especialistas dos dois países.

O Prémio Luso-Espanhol de Arte Cultura bianual foi criado em 2006 pelas duas tutelas para premiar a obra de um artista na área da arte e cultura “que tenha contribuído para melhorar a comunicação e cooperação cultural entre Portugal e Espanha, reforçando os laços entre os dois países”, lê-se na nota da tutela portuguesa.

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09 novembro, 2014

Bruno Vieira Amaral vence Prémio Fernando Namora





O romance As Primeiras Coisas de Bruno Vieira Amaral é o vencedor da 17.ª edição do prémio literário Fernando Namora.

Bruno Vieira do Amaral venceu recentemente, com o mesmo livro,  o Prémio Pen Clube, na categoria narrativa, ex-aequo com Ana Luisa Amaral. Com esta obra de estreia na ficção, Bruno Vieira do Amaral já tinha vencido o prémio livro do ano da revista Time Out.

O júri do prémio Fernando Namora é constituído por Guilherme d'Oliveira Martins, presidente do Centro Nacional de Cultura; José Manuel Mendes, da Associação Portuguesa de Escritores; Manuel Frias Martins, da Associação dos Críticos Literários; Maria Carlos Loureiro, da Direcção-Geral do Livro, e Maria Alzira Seixo, Liberto Cruz e João Lobo Antunes como convidados e os elementos da Estoril Sol, Lima de Carvalho e Dinis de Abreu.

Entre os finalistas deste ano, Afonso Cruz foi selecionado pelo romance Para onde vão os guarda-chuvas, Ana Margarida de Carvalho por Que importa a fúria do mar, Ana Cristina Silva por A segunda morte de Anna Karénina, Luís Cardoso por O ano em que Pigafetta completou a circum-navegação e Nuno Júdice pelo romance A Implosão.




Norberto Morais apresentou o seu livro em Sines



No dia 8, pelas 16h00, Norberto Morais acompanhado pela sua editora Maria do Rosário Pedreira, esteve em Sines, na Livraria A das Artes para apresentar os seus dois livros Vícios de Amor e O Pecado de Porto Negro.

Numa conversa informal e agradável, Maria do Rosário Pedreira fez uma apresentação breve do livro e explicou de que forma conheceu o escritor. Por sua vez,  Norberto falou-nos dos seus livros e presenteou o público com alguns episódios da sua vida. 










Vicente Alves do Ó apresentou o seu romance em Sines


No dia 7, pelas 21h30, Vicente Alves do Ó esteve no CAS de Sines para apresentar o seu novo romance Florbela, Apeles e Eu. 

Vicente, como excelente comunicador que é, presenteou o público com histórias do filme "Florbela" e do seu novo romance. Falou também do seu novo filme  “Al Berto, as mãos nunca mentem”, cujo argumento acabou de escrever. 






Exposição "A História Partilhada. Tesouros dos Palácios Reais de Espanha"






De 22 out 2014 a 25 jan 2015 | Das 10:00 às 18:00 | 
Museu Calouste Gulbenkian



Constituída por 141 obras de arte que pertenceram à Casa Real de Espanha, esta mostra dá a ver as diferentes formas de transmissão da imagem da Monarquia, quer como instrumento ideológico do poder quer como reflexo dos gostos, vivências e ocupações da família real. Desde os tempos de Isabel, a Católica (1451-1504, r. 1474-1504), até Isabel de Bragança (1797-1818), nascida infanta portuguesa, casa com o rei Fernando VII e é a  fundadora do Museu Nacional do Prado.
A exposição remete para a história de Espanha, privilegiando as relações entre as monarquias ibéricas. Iniciativa do Patrimonio Nacional de Espanha, instituição herdeira dos bens móveis e imóveis que pertenceram à Coroa e responsável pela sua salvaguarda e divulgação.




08 novembro, 2014

Prémios P.E.N. Clube






Os Prémios P.E.N. Clube distinguiram sete obras em quatro categorias. 

Na  área de Ensaio, o historiador Diogo Ramada Curto venceu com a obra “O que é a História”. 


Na área de Poesia, os vencedores foram Gastão Cruz, com o título “Fogo”, e Golgona Anghel, com o livro “Como uma Flor de Plástico na Montra de um Talho”, ambos editados pela Assírio & Alvim. Constituíram o júri, nesta categoria, João David Pinto-Correia, Fernando Martinho e Pedro Eiras.

Ana Luísa Amaral, com “Ara”, obra editada pela Sextante, e Bruno Vieira Amaral, com o romance  “As Primeiras Coisas”, editado pela Quetzal, venceram ex-aequo na categoria Narrativa. O júri desta categoria foi formado por Teresa Salema, Vítor Viçoso e Filipa Melo.

Também na categoria Primeira Obra, o Prémio é partilhado por dois autores, João Pedro Cachopo, pelo “Ensaio sobre o Pensamento Estético de Adorno”, publicado pela editora Vendaval, e Rosa Oliveira, pela obra “Cinza”, publicada pela Tinta-da-China. Os membros dos três júris das outras categorias, foram os jurados desta.

O P.E.N. (Poetas, Ensaístas, Novelistas) Clube foi constituído legalmente em Portugal em 1979, fazendo parte do P.E.N Club Internacional, que é a maior e a mais antiga organização de escritores do mundo, criada em 1921, por autores ingleses. O primeiro presidente da organização foi John Galsworthy, Prémio Nobel da Literatura em 1932.


in observador.pt