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26 junho, 2009

Les Grands Prix de l'Académie Française 2009

L’Académie française, dans sa séance du jeudi 25 juin 2009, a attribué 70 distinctions pour l’année 2009.
Voici, pour commencer, les “Grands Prix” attribués cette année (hors Grand Prix du Roman qui sera, comme de coutume, décerné à l’automne) :
Grand Prix de Littérature -Vincent Delecroix, Tombeau d'Achille, Gallimard
Grand Prix de Littérature Henri Gal - Claude Lanzmann, Le lièvre de Patagonie, Gallimard
Prix Jacques de Fouchier - Alain Dejammet, Paul-Louis Courier, vies... ,Fayard
Prix Maurice Genevoix -Pierre Oster, Pratique de l'éloge, Gallimard
Prix de la Biographie (Littérature) - Michel Jarrety, Paul Valéry, Fayard
Prix de la Biographie (Histoire) - Jean-Marie Mayeur, Léon Gambetta. La Patrie et la République ,Fayard
Prix Moron - Guillo Dominique, Des Chiens et des Humains, Le Pommier
Prix de l'Essai -André Tubeuf, Ludwig van Beethoven, Actes Sud
Prix de la Nouvelle - Sylvain Tesson, Une vie à coucher dehors, Gallimard
Prix d'Académie (Médailles de Vermeil)
Michel Lécureur, Jules Barbey d'Aurevilly : Le Sagittaire, Fayard
Daniel Garbe, Alfred Fabre-Luce, François-Xavier de Guibert
Anne de Lacretelle, La Comtesse d'Albany : Une égérie européenne, Editions du Rocher
Grand Prix de la Francophonie : Thomas Gaehtgens
Grande Médaille de la Francophonie : Nadia Benjelloun (Médaille de vermeil)
Grand Prix de Poésie : Vénus Khoury-Ghata (Pour l’ensemble de son oeuvre poétique)
Grand Prix du Théâtre : Wajdi Mouawad (Pour l'ensemble de son oeuvre dramatique)
Prix Hervé Deluen : Alexandre Najjar
Grand Prix Gobert : Guy Thuillier (Pour l'ensemble de son oeuvre)
Prix de la Critique : Bernard de Fallois (Pour l'ensemble de son oeuvre critique)
Prix du Cardinal Grente : Joseph Doré (Pour l’ensemble de son oeuvre)
Prix du Cinéma René Clair : Bertrand Tavernier (Pour l’ensemble de son œuvre cinématographique)
Grande Médaille de la Chanson française : Anne Sylvestre, (Médaille de vermeil pour l’ensemble de ses chansons)
Prix du Rayonnement de la langue et de la littérature françaises (Médailles de vermeil) : Delphine de Candolle, directrice de la Société de lecture à Genève & Erden Kuntalp, président de la Fondation Tevfik Fikret en Turquie

25 junho, 2009

Festival Gnaoua d'Essaouira


"Un Festival pas comme les autres" - 25 a 28 de Junho

O Festival Gnaoua e Músicas do Mundo, que decorre em Essaouira, em Marrocos, é um festival ao qual acorrem artistas e espectadores de todo o mundo.
Desde a sua criação, em 1998, que o Festival de Essaouira se impôs como um acontecimento cultural muito relevante, tendo vindo a ganhar importância graças à presença de músicos internacionais e a um público cada vez mais numeroso.

Jesusalém de Mia Couto


Sinopse
Jesusalém é seguramente a mais madura e mais conseguida obra de um escritor em plena posse das suas capacidades criativas. Aliando uma narrativa a um tempo complexa e aliciante ao seu estilo poético tão pessoal, Mia Couto confirma o lugar cimeiro de que goza nas literaturas de língua portuguesa. A vida é demasiado preciosa para ser esbanjada num mundo desencantado, diz um dos protagonistas deste romance. A prosa mágica do escritor moçambicano ajuda, certamente, a reencantar este nosso mundo.

23 junho, 2009

NUSQUAM - Teatro do Mar

N U S Q U A M [lugar nenhum, nenhures] é uma produção de rua de Teatro do Mar.

27 de Junho, 22.00h - Pátio da EB 1, Sines
3 de Julho, 23h – Festival Internacional FIG – Pinhal Novo
11 de Julho, 22h – Porto Covo
8 de Agosto – Kilkenny Festival - Irlanda

21 junho, 2009

Ray Lema - Ali Farka Touré Song

Ray Lema, compositor congolês, a viver em França desde 1983, estará no dia 25 no CCB para homenagear o maliano Ali Farka Traoré, já falecido.

"Coração Independente Amarelo" na Christie's


A obra, elaborada por Joana Vasconcelos com talheres de plástico amarelo translúcido sobre uma estrutura de metal, será suspensa do tecto, rodando lentamente sobre o seu eixo, ao som de gravações de fados de Amália Rodrigues.


O leilão de Arte Contemporânea da Christie's decorrerá em Londres, no próximo dia 30.

18 junho, 2009

NEW ACROPOLIS MUSEUM



© Organization for the Construction of the New Acropolis Museum


A abertura oficial do New Acropolis Museum está prevista para o dia 20 de Junho.


Em 2001 o escritório Bernard Tschumi Architects (Nova Iorque / Paris) venceu o concurso internacional para o projeto do “New Acropolis Museum” em Atenas, na Grécia. O museu foi finalmente concluído. Esse foi o quarto concurso organizado pelas autoridades gregas. A primeira competição foi realizada em 1976, e foi limitada aos arquitetos gregos. Em 1979 outro concurso foi realizado. Ambos os processos foram anulados em virtude de problemas relacionados ao local originalmente destinado ao museu. Em 1989 foi realizado o terceiro concurso, desta vez internacional, que teve como premiado um projeto dos arquitetos italianos Nicoletti e Passarelli. Após anos de atrasos e indecisões, já com trabalhos de fundação iniciados, as autoridades decidiram cancelar o terceiro projeto, sob a justificativa de existência de vestígios arqueológicos no local onde seria executado o museu. Finalmente, entre 1999 e 2000 foi realizado o quarto concurso, que resultou na proposta de Bernard Tschumi Architects.

16 junho, 2009

Como acordar sem sofrimento?

(Quadro de Graça Morais)

Como acordar sem sofrimento?
Recomeçar sem horror?
O sono transportou-me
àquele reino onde não existe vida
e eu quedo inerte sem paixão.

Como repetir, dia seguinte após dia seguinte,
a fábula inconclusa,
suportar a semelhança das coisas ásperas
de amanhã com as coisas ásperas de hoje?

Como proteger-me das feridas
que rasga em mim o acontecimento,
qualquer acontecimento
que lembra a Terra e sua púrpura
demente?
E mais aquela ferida que me inflijo
a cada hora, algoz
do inocente que não sou?

Ninguém responde, a vida é pétrea.

Carlos Drummond de Andrade

14 junho, 2009

Arménio Vieira - Prémio Camões 2009


O mais importante galardão literário da língua portuguesa – foi atribuído ao poeta cabo-verdiano Arménio Vieira, no Rio de Janeiro. Este autor foi o primeiro cabo-verdiano a receber o Prémio Camões.

Arménio Vieira é escritor e jornalista, com colaborações em publicações como «Mákua», «Boletim de Cabo Verde», a revista «Vértice», de Coimbra, «Raízes», «Ponto & Vírgula», «Fragmentos», «Sopinha de Alfabeto», entre outras.
Este escritor da língua portuguesa, nasceu na cidade da Praia, em Santiago de Cabo Verde, a 24 de Janeiro de 1941 e três das suas quatro obras estão publicadas em Portugal: Poemas (1981), O eleito do sol ( 1990) e No inferno (1999). Apenas Poesia e MITOgrafias(2006), não foi publicado em Portugal.


"É uma honra pessoal. Eu é que sou o autor dos livros que ganharam o prémio, porque é atribuído à obra e não à pessoa. Acho que é uma honra para Cabo Verde. E histórico, Cabo Verde nunca tinha ganho. Desta vez lembraram-se do nosso pequeno país", acrescentou Arménio Vieira.

Festival do Silêncio


De 18 a 27 de Junho, Lisboa (Music-Box, Goethe-Institut e Instituto Franco-Português) será palco de um evento em torno da palavra dita: o Festival Silêncio! Trata-se de um evento internacional dedicado às novas tendências artísticas e novas expressões urbanas que cruzam a música com a palavra: dos concertos à poetry slam, dos debates às conferências, dos audiolivros às leituras encenadas e aos espectáculos transversais e de spoken word.
Rodrigo Leão, José Luís Peixoto, Olivier Rolin, Adolfo Luxúria Canibal, Rogério Samora, JP Simões, Francisco José Viegas, Sam the Kid, Jorge Silva Melo, DJ Ride, Filipe Vargas, John Banzai, Mark-Uwe Kling, Maria João Seixas, Alex Beaupain e Wordsong, entre muitos outros, para que Lisboa dê lugar à palavra, aceitando o silêncio quando ele se impõe.
Promover encontros entre poesia, música e vídeo, reunindo alguns dos mais conceituados artistas portugueses, franceses e alemães. Debater o futuro de novos suportes como o audiolivro convocando escritores, jornalistas e editores. Dar a conhecer as mais recentes tendências artísticas nesta área é o objectivo do Festival Silêncio!

13 junho, 2009

Tentativas para um regresso à terra


1

O sol ensina o único caminho
a voz da memória irrompe lodosa
ainda não partimos e já tudo esquecemos
caminhamos envoltos num alvéolo de ouro fosforescente
os corpos diluem-se na delicada pele das pedras

falamos rios deste regresso e pelas margens ressoam passos
os poços onde nos debruçamos aproximam-se perigosamente
da ausência e da sede procuramos os rostos na água
conseguimos não esquecer a fome que nos isolou
de oásis em oásis

hoje
é o sangue branco das cobras que perpetua o lugar
o peso de súbitas cassiopeias nos olhos
quando o veludo da noite vem roer a pouco e pouco
a planície

caminhamos ainda
sabemos que deixou de haver tempo para nos olharmos
a fuga só é possível dentro dos fragmentados corpos
e um dia......quem sabe?
chegaremos

Degredo no Sul, Al Berto

08 junho, 2009

Leite Derramado de Chico Buarque

Chico Buarque publica, em Portugal, um novo romance. O livro, editado pela D. Quixote chegou hoje às livrarias. Depois de Estorvo (1991), Benjamim (1995) e Budapeste (2003), Chico Buarque regressa com mais uma obra, que segundo a opinião dos críticos, confirma a sua qualidade. Para quem a precia o autor é, certamente, uma agradável notícia.



Sinopse
Um homem muito velho está num leito de hospital. Membro de uma tradicional família brasileira, ele desfia, num monólogo dirigido à filha, às enfermeiras e a quem quiser ouvir, a história da sua linhagem, desde os ancestrais portugueses, passando por um barão do Império, um senador da Primeira República, até ao tetraneto, um jovem do Rio de Janeiro actual. Uma saga familiar caracterizada pela decadência social e económica, tendo como pano de fundo a história do Brasil dos últimos dois séculos.

Críticas de imprensa
«Leite Derramado é um livro maior, em que Chico Buarque dá um passo além de Budapeste e alcança na ficção a mesma potência vernácula e imaginativa de suas melhores canções […]. Chico Buarque escreveu um romance poderoso sobre o amor e a posse,a memória e a história.»

Parfums de Lisbonne’ III de 6 a 27 de Junho


Artes plásticas, teatro, cinema, música, poesia e dança marcam pelo terceiro ano consecutivo o festival de ‘Parfums de Lisbonne’, entre 6 e 27 de Junho, organizado pela companhia de teatro bilingue francês-português ‘Cá e Lá’ e pelo café ‘Lapeyronie torréfacteur’, no bairro parisiense de Beaubourg.


Trata-se de um festival de «urbanidades cruzadas entre Lisboa e Paris», em que as duas capitais «misturarão os seus mundos, os seus bairros e os seus horizontes, entre azulejos e calçadas, esplanadas e varandas, passos e de dança e gritos de voz para, em conjunto, festejar a chegada do Verão», diz Graça Dos Santos, professora universitária e directora da companhia ‘Cá e Lá’, na apresentação do evento.

Notícia completa: aqui ou então consultar o blog

07 junho, 2009

Federer vence finalmente em Roland Garros




O suíço conseguiu o Grand Slam à 11ª tentativa em Roland Garros. Com este triunfo, Roger Federer igualou ainda Pete Sampras como os mais triunfadores em Grand Slams (14 títulos).

04 junho, 2009

Barroco Tropical de José Eduardo Agualusa

Novo romance de Agualusa editado pela D. Quixote:

Uma mulher cai do céu durante uma tempestade tropical. As únicas testemunhas do acontecimento são Bartolomeu Falcato, escritor e cineasta, e a sua amante, Kianda, cantora com uma carreira internacional de grande sucesso. Bartolomeu esforça-se por desvendar o mistério enquanto ao seu redor tudo parece ruir. Depressa compreende que ele será a próxima vítima. Um traficante de armas em busca do poder total, um curandeiro ambicioso, um antigo terrorista das Brigadas Vermelhas, um ex-sapador cego, que esconde a ausência de rosto atrás de uma máscara do Rato Mickey, um jovem pintor autista, um anjo negro (ou a sua sombra) e dezenas de outros personagens cruzam-se com Bartolomeu, entre um crepúsculo e o seguinte, nas ruas de uma cidade em convulsão: Luanda, 2020.

01 junho, 2009

BORDALIANA - Exposição de Joana Vasconcelos



A Fundação PLMJ apresenta a exposição “Bordaliana”, de Joana Vasconcelos, a inaugurar no dia 28 de Maio, às 18H30. Patente até 11 de Julho, de 5ª feira a Sábado, entre as 15H00 e as 19H00, no Espaço Fundação PLMJ, em Lisboa.


Nesta exposição reúne-se, pela primeira vez, o núcleo de trabalho que Joana Vasconcelos dedicou, nos últimos anos, às faianças artísticas Bordalo Pinheiro. [...]
Uma das imagens de marca de Joana Vasconcelos é o revestimento de objectos com peças de croché, quase sempre adquiridas em mercados de rua. Em 2005, a artista combinou esta prática com o interesse pelas faianças artísticas Bordalo Pinheiro, jóia da história cultural do nosso país e elemento fundador do imaginário nacional moderno. Assim, centrou-se nas representações de animais idealizadas por Bordalo Pinheiro, como o sapo, o sardão, o caranguejo, as cabeças de cavalo e de burro ou, até hoje nunca fabricadas, a lagosta e a vespa. Cada um tratado à sua maneira, com padrões e tons diferentes mas elaborados segundo as características formais que os distinguem, os trabalhos recriados por Joana Vasconcelos instituem-se em repositório de memórias e saberes e homenageiam um dos génios criadores que Portugal conheceu.