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29 fevereiro, 2008

Ratatouille - Filme de animação


O rato parisiense com paladar apurado provou um Óscar!

Rémy, o jovem rato sonha tornar-se num grande chefe cozinheiro francês. Para isso está pronto para enfrentar tudo e todos...

Elenco: Brad Garrett, Janeane Garofalo, John Ratzenberger, Ian Holm, Patton Oswalt, Brian Dennehy

Realizador:
Brad Bird

Duração: 01:50:00

Site oficial:
http://www.disney.fr/FilmsDisney/ratatouille/

Estreia: 1.août.2007

La Môme


A singular existência de Edith Piaf, da sua infância à glória, das vitórias às feridas, de Belleville a Nova Yorque. A alma de uma grande artista: intima , intensa e frágil esta excepcionalmente representada por Marion Cotillard.


Elenco:
Gérard Depardieu, Sylvie Testud, Jean-Paul Rouve, Marion Cotillard, Clotilde Courau

Realizador:
Olivier Dahan

Duração:02:20:00

Site oficial:
http://www.lamome-lefilm.com

Estreia:14.février.2007

25 fevereiro, 2008

Marion Cotillard - Óscar de Melhor Actriz em "Piaf - Um Hino ao Amor" (2007).


Marion Cotillard , nasceu em Paris, a 30/09/1975.


Com 32 anos de idade, Marion Cotillard, ganha no mesmo ano e com o mesmo filme - La Môme -o Óscar e o César de Melhor Actriz .


Filmografia

2007 -Piaf - Um hino ao amor (La môme)
2006 -Um bom ano (A good year)
2006 - Fair play
2006 - Dikkenek
2006 - Toi et moi
2005 - Caixa preta (La boîte noire)
2005 - Sauf le respect que je vous dois
2005 - Maria (Mary)
2005 - Ma vie en l'air
2005 - Edy
2005 - Cavalcade
2004 -Eterno amor (Un long dimanche de fiançailles)
2004 - Innocence
2003 - Peixe Grande e suas histórias maravilhosas (Big Fish)
2003 - Jeux d'enfants
2003 - Táxi 3 (Taxi 3)
2002 - Une affaire privée
2001 - Les jolies choises
2001 - Une femme piégée (TV)
2001 - Lisa
2001 - Boomer (curta-metragem)
2001 - Heureuse (curta-metragem)
2000 - Táxi 2 (Taxi 2)
2000 - Le marquis (curta-metragem)
2000 - Quelques jours de trop (curta-metragem)
1999 - Du bleu jusqu'en Amérique
1999 - L'appel de la cave (curta-metragem)
1999 - Furia
1999 - La guerre dans le Haut Pays
1998 - Interdit de viellir (TV)
1998- Táxi - Velocidade nas ruas (Taxi)
1996 - La mouette (curta-metragem)
1996 - La belle verte
1996 - Chloé (TV)
1996 - Comment je me suis disputé... (ma vie sexuelle)
1995 - Snuff movie (curta-metragem)
1994 - L'historie du garçon qui voulait qu'on l'embrasse

23 fevereiro, 2008

César 2008



Ontem, o júri presidido por Jean Rochefort recompensou os melhores filmes, actores e realizadores. Alguns Césars de consagração foram atribuídos a Jeanne Moreau, que acabou de festejar as suas 80 primaveras e os seus 60 anos de carreira, e a Roberto Begnini - César d'honneur .

Eis a lista dos filmes nomeados e recompensados, por categoria:

Melhor filme francês : La Graine et le mulet de Abdellatif Kechiche

La Môme de Olivier Dahan
Le Scaphandre et le Papillon de Julian Schnabel
Persepolis de Vincent Paronnaud et Marjane Satrapi
Un secret de Claude Miller

Melhor realizador: Abdellatif Kechiche pour La Graine et le mulet

Olivier Dahan em La Môme
Julian Schnabel em Le Scaphandre et le Papillon
André Téchiné em Les Témoins
Claude Miller em Un secret

Melhor actriz: Marion Cotillard em La Môme

Isabelle Carré em Anna M.
Marina Foïs em Darling
Marion Cotillard em La Môme
Catherine Frot em Odette Toulemonde
Cécile de France em Un secret

Melhor actriz secundária: Julie Depardieu em Un secret

Noémie Lvovsky em Actrices
Bulle Ogier em Faut que ça danse !
Sylvie Testud em La Môme
Julie Depardieu em Un secret
Ludivine Sagnier em Un secret

Melhor filme estrangeiro: La Vie des autres de Florian Henckel von Donnersmarck

4 mois, 3 semaines, 2 jours de Cristian Mungiu
De l'autre côté de Fatih Akin
La Nuit nous appartient de James Gray
Les Promesses de l'ombre de David Cronenberg

Melhor filme documentário: L'Avocat de la terreur de Barbet Schroeder

Le Premier cri de Gilles de Maistre
Les Animaux amoureux de Laurent Charbonnier
Les LIP, l'imagination au pouvoir de Fabrice Rouaud
Retour en Normandie de Nicolas Philibert

Melhor actor: Mathieu Amalric dansLe Scaphandre et le Papillon

Vincent Lindon em Ceux qui restent
Jean-Pierre Darroussin em Dialogue avec mon jardinier
Jean-Pierre Marielle em Faut que ça danse !
Michel Blanc emLes Témoins

Melhor actor secundário: Sami Bouajila emLes Témoins

Laurent Stocker em Ensemble, c'est tout
Pascal Greggory em La Môme
Michael Lonsdale em La Question humaine
Sami Bouajila em Les Témoins
Fabrice Luchini em Molière

O Gosto "à Grega" - Nascimento do Neoclassicismo em França


Esta exposição, iniciativa conjunta do Museu do Louvre, do Património Nacional de Espanha e da Fundação Calouste Gulbenkian, está patente em Lisboa, até ao dia 4 de Maio, na Sala de Exposições Temporárias.


Ver a apresentação em: www.expresso.pt/fotogalerias


18 fevereiro, 2008

Morreu Alain Robbe-Grillet (1922-2008)



Alain Robbe-Grillet, engenheiro agrónomo, escritor e cineasta, nasceu a 18 de Agosto 1922, em Brest.

Considerado como o precursor do "nouveau roman", movimento literário que há meio século renovou a literatura francesa, morreu hoje, aos 85 anos, vítima de doença cardíaca. A morte do autor foi comunicada pela Academia Francesa, da qual fazia parte desde 2004.


O livro Les Gommes, de 1953, é considerado o primeiro exemplo desse novo movimento de renovação do romance.
Além de Robbe-Grillet, dessa nova escola faziam ainda parte nomes como Claude Simon, Marguerite Duras e Nathalie Sarraute.


Bibliografia:


Un Régicide, Éd. de Minuit, 1949 (publicado em 1978).
Les Gommes, Éd. de Minuit, 1953.
Le Voyeur, Éd. de Minuit, 1955.
La Jalousie, Éd. de Minuit, 1957.
Dans le labyrinthe, Éd. de Minuit, 1959.
L'Année dernière à Marienbad (AM), Éd. de Minuit, 1961.
Instantanés, Éd. de Minuit, 1962.
L'Immortelle, Éd. de Minuit, coll. « 10/18 », 1963.
Pour un nouveau roman, Éd. de Minuit, 1963.
La Maison de rendez-vous, Éd. de Minuit, 1965.
Projet pour une révolution de New York, Éd. de Minuit, 1970.
Glissements progressifs du plaisir, Éd. de Minuit, 1974.
Topologie d'une cité fantôme, Éd. de Minuit, 1976.
Souvenirs du triangle d'or, Éd. de Minuit, 1978.
Djinn, Éd. de Minuit, 1981.
Le Miroir qui revient, Éd. de Minuit, 1984.
Angélique ou l'enchantement (A), Éd. de Minuit, 1987.
Les Derniers jours de Corinthe, Éd. de Minuit, 1994.
La Belle captive, ilustrado por quadros de René Magritte, Cosmos Textes, Bruxelles, 1975.
Temple aux miroirs, Seghers, 1977 (photografies de Irina Ionesco).
Le Rendez-vous, Holt, Rinehart et Winston, New York, 1981 (em colaboração com Yvonne Lenard).
Filmografia:


L'Année dernière à Marienbad, 1961 (realizador Alain Resnais).
L'Immortelle, 1963.
Trans-Europe-Express, 1966.
L'Homme qui ment, 1968.
L'Éden et après, 1971.
N. a Pris les dés, 1972.
Glissements progressifs du plaisir, 1974.
Le Jeu avec le feu, 1975.
La Belle captive, 1982.
Un Bruit qui rend fou, 1995.

Ruy Duarte de Carvalho é o vencedor do Prémio do 9º Correntes d'Escrita




O escritor angolano Ruy Duarte de Carvalho é o vencedor do Prémio Literário Casino da Póvoa, atribuído no âmbito do encontro de escritores de expressão ibérica Correntes d'Escritas, com o romance Desmedida (Cotovia).

Ruy Duarte de Carvalho é um angolano por naturalização. Nasceu em Santarém, em 1941. Passou a infância na Província do Namibe cuja paisagem, espaços físicos e sociais ocupam ainda hoje um lugar privilegiado nas suas actividades de escritor e investigador em antropologia. É Antropólogo doutorado pela École des Hautes Études en Sciences Sociales,Paris.

Foi laureado com o Prémio Nacional de Literatura em 1988.
Exerceu a actividade de Professor da Universidade de Luanda e foi Professor Convidado na Universidade de Coimbra (Portugal) e na Universidade de São Paulo (Brasil). Estudou cinema em Londres e realizou inúmeras horas de cinema directo filmado entre populações do sul de Angola.

A sua estreia literária ocorre em 1972, quando arrebatando o Prémio Mota Veiga, publica Chão de Oferta, o seu primeiro livro de poesia.

A sua produção é variada, cobrindo a poesia, a ficção narrativa, o ensaio e o cinema.

Depois de 1972, publicou:

A Decisão da Idade (poesia, 1976);
Como se o Mundo não Tivesse Leste (ficção narrativa,1977);
Exercícios de Crueldade (poesia,1978);
Sinais Misteriosos…Já se Vê…(poesia,1979);
Ondula Svana Branca (poesia,1982);
O Camarada e a Câmara (ensaio, 1984);
Lavra Paralela (poesia,1987);
Hábito da Terra (poesia,1988);
Ordem de Esquecimento
(poesia,1997);
A Câmara, a Escrita e a Coisa Dita, (ensaio, 1997);
Aviso à Navegação (ensaio,1997);
Vou lá Visitar Pastores (ficção narrativa);
Observação Directa (poesia, 2000);
E acaba de publicar Lavra Reiterada, uma antologia de textos extraídos de livros anteriores, nomedamente Exercícios de Crueldade e Ordem de Esquecimento (poesia, 2000), Os Pepeis do Inglês(ficção, 2000).

11 fevereiro, 2008

Também para o 14 de Fevereiro _


Robert Doisneau - Les amoureux aux poireaux - Paris -1950

Para o 14 de Fevereiro


“Photographier : c’est retenir son souffle quand toutes nos facultés convergent pour capter la réalité fuyante ; c’est alors que la saisie d’une image est une grande joie physique et intellectuelle.”


Henri Cartier-Bresson

07 fevereiro, 2008

Charles Aznavour - Lisboa 23Fev

La bohème - Canção popular do repertório de Aznavour.

Aqui fica como aperitivo para o concerto no Pavilhão Atlântico
O vídeo foi publicado no Youtube por CafeDaria


La Bohème - Charles Aznavour

Je vous parle d'un temps
Que les moins de vingt ans
Ne peuvent pas connaître
Montmartre en ce temps-là
Accrochait ses lilas
Jusque sous nos fenêtres
Et si l'humble garni
Qui nous servait de nid
Ne payait pas de mine
C'est là qu'on s'est connu
Moi qui criait famine
Et toi qui posais nue

La bohème, la bohème
Ça voulait dire on est heureux
La bohème, la bohème
Nous ne mangions qu'un jour sur deux

Dans les cafés voisins
Nous étions quelques-uns
Qui attendions la gloire
Et bien que miséreux
Avec le ventre creux
Nous ne cessions d'y croire
Et quand quelque bistro
Contre un bon repas chaud
Nous prenait une toile
Nous récitions des vers
Groupés autour du poêle
En oubliant l'hiver

La bohème, la bohème
Ça voulait dire tu es jolie
La bohème, la bohème
Et nous avions tous du génie

Souvent il m'arrivait
Devant mon chevalet
De passer des nuits blanches
Retouchant le dessin
De la ligne d'un sein
Du galbe d'une hanche
Et ce n'est qu'au matin
Qu'on s'asseyait enfin
Devant un café-crème
Epuisés mais ravis
Fallait-il que l'on s'aime
Et qu'on aime la vie

La bohème, la bohème
Ça voulait dire on a vingt ans
La bohème, la bohème
Et nous vivions de l'air du temps

Quand au hasard des jours
Je m'en vais faire un tour
A mon ancienne adresse
Je ne reconnais plus
Ni les murs, ni les rues
Qui ont vu ma jeunesse
En haut d'un escalier
Je cherche l'atelier
Dont plus rien ne subsiste
Dans son nouveau décor
Montmartre semble triste
Et les lilas sont morts

La bohème, la bohème
On était jeunes, on était fous
La bohème, la bohème
Ça ne veut plus rien dire du tout

Paroles: Jacques Plante. Musique: Charles Aznavour 1965 "Monsieur Carnaval"
© Editions Djanik

06 fevereiro, 2008

António Vieira

O céu 'strela o azul e tem grandeza.
Este, que teve a fama e à glória tem,
Imperador da língua portuguesa,
Foi-nos um céu também.

No imenso espaço do seu meditar,
Constelado de forma e de visão,
Surge,prenúncio claro do luar,
El-Rei D. Sebastião.

Mas não,não é luar:é luz do etéreo.
É um dia;e,no céu amplo de desejo,
A madrugada irreal do Quinto Império
Doira as margens do Tejo.

Fernando Pessoa, in Mensagem

Nasceu há 400 anos


Padre António Vieira – figura extraordinária da nossa História, mas também cidadão do mundo – nasceu há exactamente 400 anos, no dia 6 de Fevereiro. Missionário, pregador, político, defensor dos judeus, dos pobres, dos escravos. Foi perseguido pela Inquisição e venceu-a. Escreveu obras-primas que, quatro séculos depois, continuam a surpreender pela sua actualidade.